Marcos Antonio Pessoa de França
é natural de João Pessoa (PB),
onde nasceu em 1955.
Morou durante vários anos em Santa Rita,
Cabedelo,
Itabaiana e
Mogeiro. Hoje reside no Bairro do Bessa,
em João Pessoa (PB).
Bancário do BANCO DO BRASIL S.A.,
onde ingressou há
pouco mais de 30 anos, atualmente encontra-se
lotado na
Agência Parque Solon de Lucena, no centro da cidade,
de onde só pretende sair aposentado. Ex-fumante, é casado,
pai
de 03 filhos e avô de uma neta. Tem alguns fios brancos
na
cabeça (na barba tem mais), cento e tantos quilos
(boa parte deles localizados na região abdominal), e,
segundo sua mãe, é lindo, forte, genial, alto, elegante,
inteligente, magnífico, fantástico, sedutor, garboso,
másculo, arrojado, ousado, corajoso, perspicaz, alegre,
hábil, viril, imaginativo, incrível, destemido, diferente,
maravilhoso, um homem que sabe entrar e sabe sair,
bom pai, bom filho, bom esposo e um avô muito besta,
etc., etc., etc., etc.
Enfim, como todo cidadão que se preza, é apreciador de uma cerveja
bem geladinha, especialmente se vier acompanhada de um bom
bate-papo e um gostoso tira-gosto (daquele bem nordestino).
Não é poeta (nunca conseguiu fechar nem uma sextilha, por mais que tentasse), mas é um grande admirador dos poetas populares, principalmente dos repentistas, cuja inspiração e imaginação criadora, garantem o trabalho e sustento de suas famílias. E foi lendo sobre esses artistas e assistindo diversas pelejas de viola, que ele resolveu escrever esse livro, que retrata o lado humorístico desses desafios poéticos.
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