Ninguém sabe o que o futuro nos reserva, mas os evolucionistas fazem previsões curiosas, que quase fazem lembrar um livro de ficção científica, conta a BBC.
No ano 3000 vamos ser «gigantes», com quase dois metros de altura e uma esperança de vida que se estende até aos 120 anos. As boas notícias não acabam aqui. Os homens vão ter pênis maiores, um porte mais atlético e estrutura óssea mais simétrica. As mulheres vão ficar com seios mais arrebitados e sem nenhum pêlo no corpo.
No pico da evolução, por volta do ano 10.000, vamos ser traídos pela tecnologia, que nos vai fazer entrar em declínio. Por nos termos habituado a que as máquinas façam tudo por nós, vamos perder faculdades importantes como a capacidade de comunicar verbalmente ou transmitir emoções. O sistema imunológico também vai ser afetado pela obsessão com os medicamentos e limpeza, o que vai tornar o ser humano muito mais vulnerável a doenças.
No ano 100.000 as raças vão fundir-se numa só. Vamos ser tão esquisitos com os parceiros sexuais que escolhemos, que a raça humana vai acabar por se dividir em duas raças. A primeira, «de elite» vai ter pessoas altas, saudáveis e inteligentes. A outra raça vai ser constituída por pessoas baixas, feias e intelectualmente limitadas.
O primeiro anúncio publicitário dirigido a extraterrestres foi ao ar. Um comercial de 30 segundos do salgadinho Doritos foi transmitido de um radar de alta freqüência (500 MHz) da associação científica Eiscat – no arquipélago ártico de Svalbard, entre a Noruega e o Pólo Norte – para um sistema solar localizado a 42 anos-luz da Terra.
Na avaliação do astrônomo Darren Wright, da Universidade de Leichester, na Inglaterra, a transmissão foi um "momento histórico". Foi a primeira vez que se envia um anúncio ao espaço com o objetivo expresso de se comunicar com uma vida além de nosso sistema solar. Apesar de a peça publicitária destinar-se a "possíveis consumidores alienígenas", a transmissão também vai ocorrer nas televisões, para consumidores humanos.
Ao contrário de nós humanos, que conseguimos diferenciar cerca de 10 milhões de cores e combinações diferentes, os cães distinguem bem o amarelo, o azul, o branco e o preto. Imagine então um cão observando uma roseira. O verde ele reconhece como preto e os tons rosados como branco. Fosse essa mesma roseira amarela com flores azuis, ele a enxergaria com fidelidade de cores.
Então, os cães enxergam cores, mas com menos matizes e menos precisão que nós,. Por outro lado, eles têm a capacidade de perceber tantos tons de cinza que é quase impossível testar completamente este talento, em função de nossas próprias limitações. A explicação mais aceita para este fenômeno é que os canídeos antigos, antepassados de nossos cães, eram caçadores noturnos e a diferenciação dos tons de cinza era muito mais importante que
Portal Correio
O dia 11 de junho é o dia de São Valentim. E também é o Dia dos Namorados, que tem origens que remontam aos tempos do Império Romano. Durante o reinado do Imperador Claudius II, Roma estava envolvida em diversas campanhas militares, tão sangrentas quanto impopulares.
Claudius enfrentava, então, grandes dificuldades na recruta de novos soldados para as suas carentes legiões, e acreditava que a razão destas dificuldades residia no fato de os homens não quererem abandonar as suas namoradas, esposas e amantes. Ele resolveu então cancelar todos os noivados e proibir todos os casamentos em Roma.
Foi então que um certo bispo de Terni (cidade italiana a 75 km de Roma), de nome Valentim, resolveu começar a defender o direito ao amor no Império Romano. E, desobedecendo às ordens do Imperador, desatou a casar secretamente todos aqueles que assim o desejassem. Informado dessas cerimônias, Claudius resolveu prender o bom bispo, que permaneceu na prisão até o dia em que foi decapitado, a 14 de Fevereiro de 270.
E assim, depois de cerca de 200 anos, aquele religioso foi santificado em honra do que antes fizera pelo amor, em nome do qual morrera, e instituído o Dia de São Valentim. Esta tradição do Dia dos Namorados sobreviveu até aos nossos dias, mantendo-se, de uma maneira ou de outra, com os mesmos significados de outrora.
Na noite de 1º de setembro de 1910, cinco operários do bairro do Bom Retiro, em São Paulo, esperavam o bonde para voltar para casa na esquina da Rua dos Italianos com a Rua José Paulino no bairro do Bom retiro. Estavam sentados em frente a uma confeitaria, iluminados apenas pela luz de um lampião de gás, Eram eles: Joaquim Ambrósio e Antônio Pereira (pintores de parede), Rafael Perrone (sapateiro), Anselmo Correia (motorista) e Carlos Silva (trabalhador braçal). Esses trabalhadores estavam decidindo fundar um clube de futebol.
O clube só receberia esse nome nas reuniões que se seguiram à data oficial de fundação, realizadas na casa do alfaiate Miguel Bataglia, futuro primeiro presidente do clube. Vários nomes foram sugeridos, como Santos Dumont (numa homenagem ao pai da aviação) e Carlos Gomes (em referência aos italianos do bairro, já que o maestro escrevia suas óperas em italiano). De repente, Joaquim Ambrósio propôs o nome de Corinthians Paulista, recordando um time de estudantes ingleses (o Corinthian Casuals Foorball Club) que havia passado à época pela cidade, disputando partidas amistosas no antigo estádio do Velódromo, no bairro da Consolação, além do Rio de Janeiro, vencendo todas, e deixando boa recordação para aqueles cinco rapazes. Essa equipe também fora criada à luz de um lampião de gás.
O novo Corinthians Paulista surgiu dessa maneira e foi projetado para ser um clube de massa. De fato, talvez por ter nascido num bairro operário, virou paixão de multidões pelo Brasil afora. O time, a principio, era formado por aqueles operários e outros oito amigos. A equipe jogou em seus primeiros anos com uma camisa creme com os punhos pretos, semelhante a do Corinthians inglês. O creme, ao desbotar com as lavagens, foi substituído pelo branco. Desde então, a camisa branca é utilizada como parte do uniforme principal.
O Corinthians foi o primeiro clube de São Paulo a abrir espaço para pessoas de origem mais humilde, fato que se reflete em um de seus apelidos: clube dos operários. Sua torcida, a "Fiel" (como é conhecida), representa segundo pesquisas a segunda maior quantidade de torcedores de um clube do país (aproximadamente 25 milhões) e a quarta do planeta.
Na Bíblia dá Deus, e de goleada. De acordo com os relatos daquele livro, o Todo-Poderoso é responsável por exatas 2.270.365 mortes, enquanto o coisa-ruim ostenta em seu currículo de maldades apenas 10 eliminados. Esse surpreendente levantamento foi feito pelo blogueiro americano Steve Wells, editor do site Skeptic`s Annotated Bible (A Bíblia Anotada do Cético). skepticsannotatedbible.com, que reproduz a Bíblia em versão online e comentada.
Depois de vasculhar todas as mortes narradas no livro, Steve publicou os dados na internet. Segundo ele, mais de 99% das mortes em nome do Senhor estão no Velho Testamento – a maior matança foi quando Deus destruiu todas as cidades nos arredores de Gerara, na Palestina, tirando a vida de 1 milhão de pessoas. No Novo Testamento, só tres pessoas foram mandadas desta para a melhor pelas mãos do Criador: o rei Herodes, Ananias e sua esposa Safira. Já o Diabo é responsável pela morte dos 10 filhos de Jó.
Steve diz ainda que a lista de vidas tiradas tanto por Deus, quanto pelo Diabo pode ser muito maior. “Só no Dilúvio, cerca de 30 milhões de pessoas teriam sido varridas do mundo. Mas como é um total difícil de estimar, só somei as mortes cujos números são especificamente citadas na Bíblia”, diz ele. Quem quiser é só conferir no livro sagrado.
E para quem acha que Steve é um ateu incendiário, uma surpresa: ele é mórmon e diz que não quis causar polêmica com o levantamento. “Sou um cara muito religioso e temente a Deus. Principalmente agora”.
Super Interessante
No mundo corporativo, entregar os projetos dentro dos prazos é fundamental. Mas atire a primeira pedra quem nunca furou um cronograma ou foi prejudicado pelo atraso de um colega. Para você se prevenir dessas situações, listamos alguns prazos e expressões e seus REAIS significados:
DEPENDE - Envolve a conjunção de várias incógnitas, todas desfavoráveis. Em situações anormais, pode até significar sim, embora até hoje tal fenômeno só tenha sido registrado em testes teóricos de laboratório. O mais comum é que signifique diversos pretextos para dizer não.
JÁ JÁ - Aos incautos, pode dar a impressão de ser duas vezes mais rápido do que já. Ledo engano; é muito mais lento. Faço já significa "passou a ser minha primeira prioridade", enquanto "faço já já" quer dizer apenas "assim que eu terminar de ler alguns blogs, prometo que vou pensar a respeito."
LOGO - Logo é bem mais tempo do que dentro em breve e muito mais do que daqui a pouco. É tão indeterminado que pode até levar séculos. Logo chegaremos a outras galáxias, por exemplo. É preciso também tomar cuidado com a frase "Mas logo eu?", que quer dizer "tô fora!".
MÊS QUE VEM - Parece coisa de primeiro grau, mas ainda tem brasileiro que não entendeu. Existem só três tipos de meses: aquele em que estamos agora, os que já passaram e os que ainda estão por vir. Portanto, todos os meses, do próximo até o Apocalipse, são meses que vêm!
NO MÁXIMO - Essa é fácil: quer dizer no mínimo. Exemplo: Entrego em meia hora, no máximo. Significa que a única certeza é de que a coisa não será entregue antes de meia hora.
PODE DEIXAR - Traduz-se como "nunca".
POR VOLTA - Similar a no máximo. É uma medida de tempo dilatada, em que o limite inferior é claro, mas o superior é totalmente indefinido. Por volta das 5h quer dizer a partir das 5h.
SEM FALTA - É uma expressão que só se usa depois do terceiro atraso. Porque depois do primeiro atraso, deve-se dizer "fique tranqüilo que amanhã eu entrego ." E depois do segundo atraso, "relaxa, amanhã estará em sua mesa. Só aí é que vem o amanhã, sem falta."
UM MINUTINHO - É um período de tempo incerto e não sabido, que nada tem a ver com um intervalo de 60 segundos e raramente dura menos que cinco minutos.
TÁ SAINDO - Ou seja: vai demorar. E muito. Não adianta bufar. Os dois verbos juntos indicam tempo contínuo. Não entendeu? É para continuar a esperar? Capisce! Understood? Comprendez-vous? Sacou? Mas não esquenta que já tá saindo…
VEJA BEM - É o Day After do DEPENDE. Significa "viu como pressionar não adianta?" É utilizado da seguinte maneira: "Mas você não prometeu os cálculos para hoje?" Resposta: "Veja bem…" Se dito neste tom, após a frase "não vou mais tolerar atrasos, OK?", exprime dó e piedade por tamanha ignorância sobre nossa cultura.
VAPT-VUPT – Substituta do zás-trás, mas que, com o tempo, passou a significar o contrário. Quando você ouvi-la, pode esperar um bocado pelo seu pedido ou pretensão.
ZÁS-TRÁS - Palavra em moda até uns 50 anos atrás e que significava ligeireza no cumprimento de uma tarefa, com total eficiência e sem nenhuma desculpa. Por isso mesmo, caiu em desuso e foi abolida do dicionário
Clarissa Borges
Existem várias versões para sua origem e história.; Talvez todas tenham a sua verdade. Veja algumas: O primeiro relato vem do Oriente. Conta-se que há mais de 3.000 anos os chineses costumavam preparar uma pasta de leite de arroz misturada à neve das geladas montanhas daquele país.
Outras pesquisas apontam o líder Alexandre, o Grande como o introdutor do sorvete na Europa e a sua "receitinha" era um pouco diferente da usada pelos chineses: uma mistura de salada de frutas embebida em mel e resfriada em potes de barro guardados na neve. Quanto a misturar neve, suco de frutas e mel, há também quem afirme que o Imperador Nero, a cerca de 1.900 anos ordenava que seus escravos fossem aos picos das montanhas buscar neve para o congelamento de tal mistura. Algo parecido com as “raspadinhas” aqui no Brasil.
Mas foi em 1292 que o sorvete começou a tomar a forma daquele que conhecemos hoje, quando o famoso viajante italiano Marco Polo voltou ao seu País de uma viagem à China cheio de "novidades": o arroz, o macarrão e o sorvete feito com leite! A partir daí, o sorvete começou a ser muito consumido em toda a Itália. Da Itália, o consumo do sorvete espalhou-se por toda a Europa.
Na França, credita-se a introdução do sorvete por volta do século XVII, quando o monarca Francisco I esteve em viagem pela Itália e, na volta, presenteou seu filho, o Duque de Orleans, com uma porção daquela delícia. À noiva de seu filho, Catarina de Médice, atribui-se a introdução oficial do sorvete naquele pais.
A neta de Catarina de Médicis casou-se em 1630 com Carlos I da Inglaterra e, segundo a tradição da avó, também introduziu o sorvete entre os ingleses. Os colonizadores britânicos levaram o sorvete para os Estados Unidos. Em 1851 os Estados Unidos viveram um dos momentos mais importantes da história do sorvete: o leiteiro Jacob Fussel abriu em Baltimore a primeira fábrica de sorvetes, produzindo em grande escala e sendo copiado por outros em Washington, Boston e Nova York.
Em 1879, também nos Estados Unidos, é inventado o "Ice Cream Soda". O aparecimento da casquinha possui duas versões: uma de que teria surgido em 1896 na Itália, e outra que diz que ela foi inventada em 1904 nos EUA. O picolé apareceu na Itália no início do século 20.
A invenção da refrigeração mecânica, ou seja, das geladeira, mudou a história do sorvete. Se isso não tivesse acontecido, pessoas que moram em lugares quentes, como os brasileiros, teriam que viajar para longe se quisessem apreciar um sorvetinho!
KIBOM
É verdade, eles podem crescer sim. O tema é recorrente em filmes de terror: abre-se o caixão e depara-se com um defunto apodrecido com unhas e cabelos compridos.
Mas há uma explicação científica para isso. A resposta, conforme especialistas, está nas células. O coordenador do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), José Arthur Chiese, esclareceu a questão.
Chiese explica que a morte cerebral ou parada cardíaca do ser humano é diferente da morte das células. Segundo ele, as células ainda continuam vivas depois que a pessoa é considerada como morta. “O corpo humano é composto por diferentes células e cada uma delas possui um tempo de viabilidade diferente, tanto que é possível fazer transplante de órgãos e mantê-los preservados após a retirada”, disse.
O especialista também informou que as unhas e o cabelo continuam crescendo após a morte, mas que este estímulo pára algum tempo depois porque as reservas do organismo se exaurem. “É difícil estipular o tempo exato para o final do crescimento, e acredito que não exista uma diferença significativa entre os diferentes tipos de pessoas e peles”, finalizou.
Soluço é uma contração espasmódica e involuntária do diafragma, um fino músculo em forma de cúpula e principal responsável pela respiração humana. O diafragma é auxiliado pelo nervo frênico, que está situado logo acima do estômago. Esse nervo está diretamente relacionado com o soluço, uma vez que essas contrações ocorrem devido a uma irritação do mesmo.
Existem diversas recomendações caseiras indicadas para acabar com essas contrações; uma delas afirma que o soluço é cessado quando a pessoa leva um grande susto. Essa afirmação é verdadeira: quando uma pessoa se assusta, seu organismo libera a substância adrenalina, que restabelece o funcionamento normal do nervo frênico e cessa o soluço.
No entanto, como não é possível se assustar propositalmente, a medida mais indicada para acabar com o problema é prender a respiração por alguns segundos, já que o gás carbônico em um nível mais elevado faz o nervo frênico voltar ao normal.
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor paulista, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora, pernoitando por perto. Prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulino pediu para pintar panelas. Posteriormente, pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir. Pediu permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso. Percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se, principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações. Pelos passos, percorriam permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo, Pedro Paulo, precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente!
“Preciso partir para Portugal porque pretendem, pela primavera, pintar principais portos, painéis, personalidades, prestigiando patrícios”, pensava Pedro Paulo.
- Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
- Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Passando pelo porto, penetrou pela pequena propriedade patriarcal pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
- Pediste permissão para praticar pintura, porém, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Por que pintas porcarias?
- Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, prefiro poder procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar. Pegando pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte, precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos. Passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Posteriormente, partiram pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente, Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente, Pedro Paulo preferia pintar paredes, pisos, portas, portões, painéis. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando...
'Permita-me poder parar. Pretendo pensar. Peço perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei'.
E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer: 'O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma'?
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Toda língua falada sofre evoluções com o tempo. A nossa que teve influências européia, africana e indígena não podia fugir a essa regra. E o nosso povo foi procurando, ao longo dos anos, adaptá-la ao seu modo peculiar de falar, ficando algumas expressões bastante curiosas. Eis as explicações de algumas expressões:
RODAR A BAIANA – Quando alguém recorre a essa expressão, é sinal que fai fazer um escândalo público, reagir com estardalhaço ou soltar tudo que vier à cabeça. Mas essa expressão não tem origem na Bahia, e sim no Rio de Janeiro. É que no inicio do século 20, os integrantes dos blocos de carnaval saiam fantasiados pelas ruas, cantando e dançando. Alguns espectadores, aproveitando a euforia geral, passavam a mão nas bundas das moças que desfilavam. Para acabar com isso, alguns capoeiristas passaram a se fantasiar de baiana e a amarrar lâminas de navalha na barra de suas saias. E, quando eles viam coisas do tipo, rodavam a baiana, levantando as saias e retalhando quem estivesse por perto. As pessoas só viam a baiana rodar e começar a confusão.
ABRAÇO DE URSO - Um abraço significa demonstração de amizade e afeto. Já a expressão significa puro fingimento ou traição. É que é da natureza do urso fazer isso, só que, nessa hora, ele prepara é um ataque que pode levar a pessoa abraçada à morte.
NAS COXAS - As primeiras telhas do Brasil eram feitas de argila moldada nas coxas dos escravos. Como os escravos variavam de tamanho e porte físicos, as telhas ficavam desiguais. Daí a expressão fazendo nas coxas, ou seja, de qualquer jeito.
VOTO DE MINERVA - Na Mitologia Grega, Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado de tê-la assassinado. No julgamento havia empate entre os jurados, cabendo à deusa Minerva, da Sabedoria, o voto decisivo. O réu foi absolvido, e Voto de Minerva é, portanto, o voto decisivo.
CASA DA MÃE JOANA - Na época do Brasil Império, mais especificamente durante a menoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no país costumavam se encontrar num prostíbulo do Rio de Janeiro cuja proprietária se chamava Joana. Como, fora dali, esses homens mandavam e desmandavam no país, a expressão casa da mãe Joana ficou conhecida como sinônimo de lugar em que ninguém manda.
CONTO DO VIGÁRIO - Duas igrejas de Ouro Preto receberam, como presente, uma única imagem de determinada santa, e, para decidir qual das duas ficaria com a escultura, os vigários apelaram à decisão de um burrico. Colocaram-no entre as duas paróquias e esperaram o animalzinho caminhar até uma delas. A escolhida pelo quadrúpede ficaria com a santa. E o burrico caminhou direto para uma delas... Só que, mais tarde, descobriram que um dos vigários havia treinado o burrico, e conto do vigário passou a ser sinônimo de falcatrua e malandragem.
A VER NAVIOS - Dom Sebastião, jovem e querido rei de Portugal (sec XVI), desapareceu na batalha de Alcácer-Quibir, no Marrocos. Provavelmente morreu, mas seu corpo nunca foi encontrado. Por isso o povo português se recusava a acreditar na morte do monarca, e era comum que pessoas subirem ao Alto de Santa Catarina, em Lisboa, na esperança de ver o Rei regressando à Pátria. Como ele não regressou, o povo ficava a ver navios.
NÃO ENTENDO PATAVINAS - Os portugueses tinham enorme dificuldade em entender o que falavam os frades italianos patavinos, originários de Pádua, ou Padova. Daí que não entender patavina significa não entender nada.
DOURAR A PÍLULA - Antigamente as farmácias embrulhavam as pílulas amargas em papel dourado para melhorar o aspecto do remedinho. A expressão dourar a pílula significa melhorar a aparência de algo ruim.
SEM EIRA NEM BEIRA - Os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que conferiam status ao dono do imóvel. Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura. Estar sem eira nem beira significa que a pessoa é pobre e não tem sustentáculo no raciocínio.
CARA DE UM, CU DE OUTRO – A expressão original era “cara de um, cútis do outro” , para expressar semelhança entre duas pessoas.
CAGADO E CUSPIDO - Sua origem tem algumas variações. Uma delas é “calcado e esculpido” (que se calcou/comprimido). Uma outra é “em carrara esculpido”, onde carrara é um tipo de mármore usado para esculpir e que deixa as peças mais “bem feitas” que outros tipos de mármores usados. Há ainda uma outra variante para tal expressão: “encarnado e esculpido”, como se o rosto e o espírito de alguém estivessem entranhados no rosto ou no corpo de outra pessoa. Significa muita semelhança entre duas pessoas. (Colaboração de Fabíola Luna e prof. Marcio Cotrim)
QUEM MUITO SE ABAIXA, O CU APARECE – Na realidade, o ditado popular era “quem muito se abaixa, oculto padece”, que é um conselho/um aviso, para as pessoas.
DA COR DE BURRO QUANDO FOGE – O ditado original era “corra de burro quando (ele) foge”, que era um aviso de perigo próximo e iminente.
QUEM TEM BOCA VAI A ROMA – Antiga expressão, que vem da antiguidade. Sua origem era “quem tem boca vaia (verbo vaiar) Roma”, de uso corrente na população antiga de Roma, revoltada com a cobrança dos altos impostos.
DOR DE VEADO – Sua origem era “dor desviada”, para designar uma dor fina na barriga, que muda de lugar.
FULANO DESARNOU – O certo era “fulano desasnou”, para designar que a pessoa deixou de ser asno (burro).
MUSSUMAGO – Denominação corrente de uma comunidade existente no bairro Valentina Figueiredo, em João Pessoa. Mas seu nome correto é “Monsenhor Magno”.
BATATINHA QUANDO NASCE, ESPARRAMA PELO CHÃO – Trata-se de um conhecido ditado popular. Mas sua origem era “batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão”.
CHÁ DE CADEIRA – Tem a ver com atraso; com muito atraso. Historicamente, os nobres e fidalgos consideravam-se superiores às outras pessoas. Quando seus súditos queriam alguma audiência, eles eram acomodados em cadeiras e esperavam muito até serem atendidos, pois seus senhores atrasavam bastante para salientar o privilégio de poder fazê-lo. Os empregados, então, serviam chá para essas pessoas, que “mofavam” nas salas de espera, como uma forma de amenizar os longos atrasos. Daí surgiu essa expressão.
SARAVÁ – É uma forma de saudação (Salve!), à maneira como os escravos pronunciavam o verbo salvar – salavá, devido à influência da fonologia do idioma africano banto. Possui conotação positiva, tanto como “Ave!”, de origem latina (Ave, Maria! – salve, Maria; Ave, César! – salve, César!) e possui semelhante efeito de estímulo transmitido por “Axé!” ou “Shalom!”.
SANTO DO PAU OCO – No começo do século XVIII, a Coroa Portuguesa cobrava o Quinto, um imposto muito alto sobre o ouro extraído das minas. Os mineradores de Minas Gerais então, mandavam fazer santos ocos de madeira para poder esconder ouro dentro deles e assim poder escapar dessas cobranças. A grande religiosidade do povo impedia que os guardas das barreiras quebrassem as imagens para ver o que havia dentro. Esta foi a maneira encontrada na época para burlar o Quinto. A expressão se refere portanto aquela que não é nenhum santo.
VAI DAR ZEBRA – A zebra não figura entre os 25 bichos do jogo do bicho. Mas em 1964, um treinador de futebol muito galhofeiro garantiu a todos os repórteres que, naquele ano, a Portuguesa seria a campeã carioca de futebol. “Vai dar zebra”, dia ele. Os repórteres adoraram a brincadeira e o termo, passando a divulgá-lo, tanto no esporte quanto na política ou em qualquer acontecimento inesperado.
ACABOU-SE O QUE ERA DOCE – Como toda criança e alguns adultos gostam de doce, essa expressão é uma forma delicada de negar aquilo que pediram, ou dizer que terminou, aquilo que a pessoa estava gostando tanto. É uma maneira menos agressiva de dizer um retumbante NÃO. Exemplos: acabou-se as férias, o carnaval, o namoro, o dinheiro, etc.
PAU-DE-ARARA – Em sua origem, o pau-de-arara é usado para transportar aves, como a arara. As pernas dos bichos são amarradas e, entre elas, uma trave apoiada nos ombros dos transportadores. Essa expressão designa os caminhões que transportam retirantes nordestinos que fogem da seca ou aqueles que levam romeiros para visitar locais santificados por eles. Esses veículos ficaram assim conhecidos porque as pessoas que ali são transportadas vêm agarradas nas varas da armação da carroceria, numa situação parecida com as das aves. Durante a ditadura militar, foi também uma das formas de tortura utilizada contra os presos políticos.
GARI – O nome desse profissional de limpeza, que trabalha exclusivamente com lixo recolhido em vias públicas nasceu como homenagem ao empresário francês Pierre Aleixo Gary. É que, em 1876, ele foi contratado pelo governo imperial para implantar o serviço de limpeza urbana na cidade do Rio de Janeiro. Quando foi admitida o trabalho de mulheres para esse serviço, aprovou-se o nome de Margarida para designar aquelas profissionais, porque nele está contida a palavra gari.
NHENHENHÉM – significa conversa interminável em tom de lamúria, irritante, monótona, resmungo. Essa expressão vem do tempo do descobrimento. Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, eles não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer "nhen-nhen-nhen".
O CANTO DO CISNE - Dizia-se antigamente que o cisne emitia um belíssimo canto pouco antes de morrer. A expressão canto do cisne representa então as últimas realizações de alguém.
QUEM NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO – Significa que, se você não pode fazer algo de uma maneira, se vira e faz de outra. Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia "quem não tem cão caça como gato", ou seja, sozinho, se esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.
CALCANHAR DE AQUILES – Vem da mitologia. A mãe de Aquiles, Tétis, com o objetivo de tornar seu filho invulnerável, mergulhou-o, ainda bebê, num lago mágico, segurando o filho pelos calcanhares, que tendo ficado fora da água, foi a única parte de seu corpo a não se beneficiar com a magia. Páris feriu Aquiles, na Guerra de Tróia, justamente nesse calcanhar, matando-o. Portanto, o ponto fraco ou vulnerável de um indivíduo, por metáfora, é o calcanhar de Aquiles.
ESTÔMAGO DE AVESTRUZ - O estômago do avestruz é dotado de um suco gástrico capaz de dissolver facilmente da espécie de comida ingerida por esse animal. A expressão, então, define aquele que come de tudo.
LÁGRIMAS DE CROCODILHO - É uma expressão usada para se referir ao choro fingido. O crocodilo, quando ingere um alimento, faz forte pressão contra o céu da boca, comprimindo as glândulas lacrimais. Assim, ele chora enquanto devora a vítima.
ANDAR À TOA - Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está "à toa" é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar. O significado da expressão, por conseguinte, é andar sem destino, despreocupado, passando o tempo. Ou então uma pessoa sem determinação, que é comandada pelos outros.
ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS - Significado: Lugar longe, distante, inacessível.
Histórico: Depois de trair Jesus e receber 30 dinheiros, Judas caiu em depressão e culpa, vindo a se suicidar enforcando-se numa árvore. Acontece que ele se matou sem as botas. E os 30 dinheiros não foram encontrados com ele. Logo os soldados partiram em busca das botas de Judas, onde, provavelmente, estaria o dinheiro. A história é omissa daí pra frente. Não sabemos se acharam ou não as botas e o dinheiro. Mas a expressão vem atravessando vinte séculos. Há também muitas expressões com o mesmo significado e o mesmo “personagem”, como “no calcanhar do Judas”, “cafundó do Judas, etc.
VÁ SE QUEIXAR AO BISPO - No tempo do Brasil colônia, por causa da necessidade de povoar as novas terras, a fertilidade na mulher era um predicado fundamental. Em função disso, elas eram autorizadas pela igreja a transar antes do casamento, única maneira de o noivo verificar se elas eram realmente férteis. Ocorre que muitos noivinhos fugiam depois do negócio feito. As mulheres iam queixar-se ao bispo, que mandava homens atrás do fujão.
CHEGAR DE MÃOS ABANANDO - Os imigrantes, no século passado, deveriam trazer as ferramentas para o trabalho na terra. Aqueles que chegassem sem elas, ou seja, de mãos abanando, davam um indicativo de que não vinham dispostos ao trabalho árduo da terra virgem. Portanto, chegar de mãos abanando é não carregar nada. Ele chegou de mãos abanando ao aniversário, significa que não trouxe presente para o aniversariante, que terá de se satisfazer apenas com a presença do amigo.
SEGURAR A VELA - No período correspondente à Idade Antiga e Média, as pessoas acendiam velas para fazer suas atividades noturnas como, por exemplo, jantar, tomar banho, entre outras. Na Idade Média, as pessoas que eram designadas ao trabalho braçal seguravam as velas para que seu senhor enxergasse o que fazia. Em eventos e estabelecimentos que só funcionavam à noite, colocavam garotos para acender e segurar velas. Esse também era o trabalho desempenhado por alguns criados que seguravam candeeiros para que seus patrões pudessem ter relações sexuais com luz, porém durante todo o ato sexual eles deveriam manter-se de costas, de forma a não invadir a privacidade do casal. Ao longo do tempo o termo “segurar vela” ganhou diferentes definições e a mais recente é a utilizada para designar o papel de um amigo solteiro que acompanha um casal de namorados, ficando esse ‘sobrando e/ou atrapalhando’ o clima romântico do casal.
AGORA É QUE A PORCA TORCE O RABO – Significa que se chegou a um ponto máximo da problemática de algum processo, seja qual for. É o momento mais difícil, mais crucial de um problema, O berço da expressão vem do comportamento instintivo dos suínos. Quando em estresse, na defesa de suas crias, eles enrolam ou torcem o rabo como sinal de sua fúria e partem para cima do agressor.
DEIXAR AS BARBAS DE MOLHO - Na antiguidade e na Idade Média, a barba significava honra e poder. Ter a barba cortada por alguém representava uma grande humilhação. Essa idéia chegou aos dias de hoje nessa expressão, que significa ficar de sobreaviso, acautelar-se, prevenir-se.
MATANDO CACHORRO A GRITO – A expressão significa estar desesperado, estar sem saída, estar passando grandes necessidades. Explicando toscamente: quando precisamos nos defender de um cachorro, mas não temos nada à sua mão, então o jeito é gritar tão alto até que o bicho morra de susto e fuja. É um ato de desespero de quem não tem outro recurso.
ARCO DA VELHA – Uns dizem que a expressão tem origem no Antigo Testamento. Seria o sinal do pacto que Deus fez com Noé. Arco da velha seria uma simplificação de Arco da Lei Velha. Mas há também diversas histórias populares que defendem outra origem da expressão, como a da existência de uma velha no arco-íris, sendo a curvatura do arco a curvatura das costas provocada pela velhice, ou devido a uma das propriedades mágicas do arco-íris - beber a água num lugar e enviá-la para outro, pelo que velha poderá ter vindo do italiano bere (beber).
MEMÓRIA DE ELEFANTE - Diz-se que o elefante lembra de tudo que aprende. Então, quando as pessoas têm boa memória e se recordam de tudo, dizemos que elas tem memória de elefante.
BAFO DE ONÇA - A onça é um animal carnívoro e se lambuza na hora de comer a caça, por isso fede muito e sua presença é detectada à distância na mata. Devido a isso, o hálito fétido passou a se chamar popularmente de bafo de onça. Também significa o hálito de quem está (ou esteve) alcoolizado. (Autor: Hélio Consolaro).
SAIR (OU FICAR) COM O RABO ENTRE AS PERNAS – Quando um cachorro é enxotado de um lugar, ele sai cabisbaixo, com o rabo entre as pernas. A expressão, então, ficou sendo usada para aquela pessoa que, depois de humilhada, sai envergonhada e sem esboçar nenhuma reação.
ENFIAR O PÉ NA JACA – O correto é enfiar o pé no jacá. Antigamente, os tropeiros paravam nas vendinhas, a meio caminho, para tomar uma pinga. Quando bebiam demais, era comum colocarem o pé direito no estribo e, quando jogavam a perna esquerda para montar no burro, erravam e pisavam no jacá (o cesto em que as mercadorias eram carregadas) e levavam um grande tombo. Por isso, quando alguém bebia demais dizia-se que ele enfiaria o pé no jacá. A jaca, fruta, não tem nada com isso.
ACABAR TUDO EM PIZZA - Uma das expressões mais comuns quando alguém quer criticar a política é: “tudo acabou em pizza.” Trata-se de quando algo errado é resolvido sem que ninguém seja punido e sem nenhuma solução adequada. O termo surgiu através do futebol. Na década de 60, alguns cartolas palmeirenses se reuniram para resolver alguns problemas e durante 14 horas seguidas de brigas e discussões, estavam morrendo de fome. Então, todos foram a uma pizzaria, tomaram muito chope e pediram 18 pizzas gigantes. Depois disso, foram para casa e a paz reinou absolutamente. Depois desse episódio, Milton Peruzzi, que trabalhava na Gazeta Esportiva, fez uma manchete: “Crise do Palmeiras termina em pizza”. Daí em diante o termo pegou.
DAR COM OS BURROS N`ÁGUA - A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde alguns dos burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado para se referir a alguém que faz um grande esforço para conseguir algum feito e não consegue ter sucesso naquilo.
DOR DE COTOVELO - A expressão, usada para se referir a alguém que sofreu uma decepção amorosa, causando tristeza ou ciúmes, tem sua origem na figura de uma pessoa sentada em um bar, com os cotovelos em cima do balcão enquanto toma uma bebida e lamenta a má sorte no amor. De tanto o apaixonado ficar com os cotovelos apoiados no balcão, eles iriam doer. A partir daí que surgiu a expressão “dor-de-cotovelo”.
ENTRAR COM PÉ DIREITO - A tradição de dar sorte ao entrar em algum lugar com o pé direito é de origem romana. Nas grandes celebrações romanas, os donos das festas acreditavam que entrando com o esse pé, evitariam agouros na ocasião da festa. A palavra “esquerda”, no latim, significa sinistro, daí já fica óbvia a crença do lado obscuro dos inocentes pés esquerdos. A partir daí, a tradição se espalhou pelo mundo inteiro.
FAZER UMA VAQUINHA - A expressão “fazer vaquinha” surgiu na década de 20 e tem sua relação de origem com o jogo do bicho e o futebol. Nessa época, já que a maioria dos jogadores de futebol não tinha salário, a torcida do time se reunia e arrecadava entre si, um prêmio para ser dado aos jogadores. Esses prêmios eram relacionados popularmente com o jogo do bicho. Assim, quando iam arrecadar cinco mil réis, chamavam a bolada de “cachorro”, pois o número cinco representava o cachorro no jogo do bicho. Como o prêmio máximo do jogo do bicho era vinte e cinco mil réis, e isso representava a vaca, surgiu o termo popular “fazer uma vaquinha”, ou seja, tentar reunir o máximo de dinheiro possível para um fim específico.
GUARDADO A SETE CHEVES - No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um alto funcionário do reino. Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo “guardar a sete chaves” para designar algo muito bem guardado.
JURAR DE PÉS JUNTOS - A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, nas quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado para dizer nada além da verdade. Até hoje o termo é usado para expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.
MOTORISTA BARBEIRO - No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam dentes, cortavam calos, etc. E por não serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão “coisa de barbeiro”. Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de “motorista barbeiro”, ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.
PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA - A história mais aceitável para explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto morreu.
PRÁ INGLÊS VER - A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas. Assim, essas leis eram criadas apenas "para inglês ver". Daí surgiu o termo.
RASGAR A SEDA - A expressão que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na peça, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão para cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: “Não rasgue a seda, que se esfiapa.”
TIRAR O CAVALO DA CHUVA - No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia deixar o animal assim protegido se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: “pode tirar o cavalo da chuva”. Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.
IDÉIA DE JERICO – Essa é de fácil dedução. Na região Nordeste, Jerico é o mesmo que mula. A expressão, então, designa alguma idéia tola, já que, figurativamente, jumento é o mesmo que indivíduo imbecil.
PERDER (OU GASTAR) O SEU LATIM – O latim ainda é a língua oficial do Vaticano. Até o século 18, era o idioma da comunicação dos mais letrados. A expressão é comumente utilizada para designar o trabalho improdutivo, a realização de um esforço vão ou um discurso ou apresentação de uma idéia onde ninguém presta atenção ou acredita.
FAZER O QUILO – A palavra quilo no grego é khulós (suco, sumo), produto da digestão, a última fase dela, quando o alimento se transforma em massa líquida. A expressão, neste caso, deve ser entendida como fazer a digestão, processo que pode ser estimulado por uma caminhada tranqüila ou ir ao banheiro fazer o nº 2. Mas alguns pesquisadores afirmam também que a palavra quilo é africana e chegou ao Brasil por angolanos que falavam o idioma quimbundo. Em quimbundo, a palavra significa sono, daí o entendimento de que “fazer o quilo” é dar uma boa cochilada depois do almoço (sesta).
LEVAR (OU COMER) GATO POR LEBRE – Uma lei do século XIII fixava o preço da pele de vários animais, como cordeiro, cabrito, raposa, lontra, marta e muitos outros bichos. A do gato fazia parte dessa lista e era muito barata (cerca de um terço da de raposa, sem falar nas peles de luxo como a de lontra ou a de marta). Em termos culinários, a carne de gato, depois de receber temperos que lhe fazem absorver melhor os condimentos, torna praticamente imperceptível a diferença entre ela e a de lebre. Por isso, a expressão significa ser enganado, ludibriado por algum vigarista.
NÃO É FLOR QUE SE CHEIRE – Por incrível que pareça, há uma flor repulsiva ao olfato. É a flor-cadáver, que apesar de linda, fede. Originária das florestas tropicais da Sumatra, é a flor mais malcheirosa do mundo. Antes de desabrochar, praticamente não tem cheiro, mas quando floresce libera um odor fétido, parecido com um cadáver exposto depois de vários dias. E assim, essa expressão popular lembra a pessoa pouco recomendável, que não merece confiança e, portanto, deve ser evitada.
MÃE (OU PAI, AVÔ OU AVÓ) CORUJA – A expressão nasceu da fábula “A Coruja e a Águia”, divulgada no Brasil por Monteiro Lobato. Ela conta que as duas aves fizeram as pazes e prometeram não comer mais os filhos da outra. E para que fossem reconhecidos pela águia e não mais devorados, a coruja orgulhosa estufou o peito e disse que seus filhos eram as criaturas mais bonitas da floresta, com penas lindas, olhar marcante e esperteza descomunal. Como todo mundo sabe, a águia não reconheceu os filhotes da coruja pela descrição que foi dada pela sua mãe e acabou devorando alguns monstrengos que piavam de bico aberto num ninho e que nem tinham forças para abrir os olhos. A expressão designa aquela pessoa que, além de se esmerar nos cuidados com os filhos, não vê defeito algum neles.
Em abril de 1865, um relatório oficial assinado por Filippo Gualtério, então prefeito da cidade de Palermo, na Sicília, usou pela primeira vez o termo “Máfia” para descrever uma associação com ramificações no poder público local. Apesar de ser considerado o primeiro registro policial da palavra, o documento não é considerado a certidão de nascimento da organização. Até porque, de acordo com os historiadores, alguns traços da máfia têm raízes na Sicília medieval.
Ocupando posição estratégica, bem no meio do Mar Mediterrâneo, a Sicília sempre foi uma ilha cobiçada por invasores estrangeiros. Para nascer, afirmam os especialistas, a máfia teria se aproveitado do sentimento popular de rejeição à lei oficial, historicamente imposta por estrangeiros, e do poder dos inúmeros exércitos privados montados e contratados para proteger as terras de nobres que ali viviam.
A partir do século XIX, essas milícias privadas transformaram-se em organizações fortes e bem estruturadas, que cobravam “proteção” dos proprietários locais. Para manter uma ferrenha obediência de seus integrantes, esses grupos criaram um código de conduta capaz de perpetuá-los como organização criminosa.
Revista SUPER INTERESSANTE
Em resumo, é da seguinte maneira: Quando a escovação não é bem feita, as bactérias que vivem naturalmente na boca se juntam para atacar os resíduos de comida que se acumularam nos dentes. E unidas, elas formam a placa bacteriana. Durante sua “refeição”, esses microorganismos produzem ácidos desmineralizadores, que corroem a estrutura do dente e abrem no local um pequeno buraco, á cárie. Ela pode ou não provocar dor (e com intensidade variada), dependendo da região que a lesão atinge.
No início, a cárie atinge o esmalte, a parte mais superficial do dente. Se continuar progredindo, lesionará a segunda camada, a dentina. Caso chegue à polpa, um conjunto de nervos e vasos sanguíneos, ocorre uma inflamação, e, consequentemente, a dor. Nos casos mais graves, o problema alcança a raiz, o que às vezes obriga à extração.
Revista Saúde
Esse teste ginecológico recebeu esse nome porque foi inventado, na década de 40, pelo médico greco-americano George Papanicolau. Esses nomes gregos iniciados com "papa" (provavelmente patronímicos) são muito comuns, como Papaconstantinos, Papadimitriou, Papadopoulos, Papanastasiou, Papandreou, nomes que apareceram na política grega das últimas décadas. (segundo o prof. Cláudio Moreno)
Albanês - Gezuar Krishtlindje
Alemão - Froehliche Weihnachten
Árabe - I'D MIILAD SAID OUA SANA SAIDA
Armênio - Shenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand
Basco - Zorionstsu Eguberri. Zoriontsu Urte Berri On
Bengali - Bodo Din Shubh Lamona
Boêmio - Vesele Vanoce
Bretão - Nedeleg laouen na bloavezh mat
Búlgaro - Tchestita Koleda; Tchestito Rojdestvo Hristovo
Celta - Nadolig Llawen a Blwyddyn Newydd Dda
Cingalês - Subha nath thalak Vewa. Subha Aluth Awrudhak Vewa
Chinês - (Mandarin) Kung His Hsin Nien bing Chu Shen Tan
Chinês - (Cantonês) Gun Tso Sun Tan'Gung Haw Sun
Chinês - (Hong Kong) Kung Ho Hsin Hsi. Ching Chi Shen Tan
Coreano - Sung Tan Chuk Ha
Cornish - Nadelik looan na looan blethen noweth
Cree - Mitho Makosi Kesikansi
Croata - Sretan Bozic
Checo - Prejeme Vam Vesele Vanoce a stastny Novy Rok
Dinamarquês - Gladelig Jul
Inglês - Merry Christmas
Escocês - Nollaig Chridheil agus Bliadhna Mhath Ur
Esperanto - Gajan Kristnaskon
Eslovaco - Sretan Bozic or Vesele vianoce
Esloveno - Vesele Bozicne. Screcno Novo Leto
Espanhol - Feliz Navidad!
Estoniano - Roomsaid Joulu Puhi
Farsi - Cristmas-e-shoma mobarak bashad
Finlandês - Hyvaa joulua
Francês - Joyeux Noel
Frísio - Noflike Krystdagen en in protte Lok en Seine yn it Nije Jier!
Galês - Nadolig Llawen
Grego - Kala Christouyenna!
Havaiano - Mele Kalikimaka
Hebraico - Chag hamolad sameach
Hindi - Bada Din Mubarak Ho
Holandês - Vrolijk Kerstfeest en een Gelukkig Nieuwjaar!
Húngaro - Kellemes Karacsonyi unnepeket
Islandês - Gledileg Jol
Indonésio - Selamat Hari Natal
Iraquiano - Saidan Wa Sanah Jadidah
Irlandês - Nollaig Shona Dhuit
Italiano - Buone Feste Natalizie
Japonês - Shinnen omedeto. Kurisumasu Omedeto
Kala - Khristougena kai Eftikhes to Neon Etos
Leto - Priecigus Ziemas Svetkus un Laimigu Jauno Gadu
Lituano - Linksmu Kaledu
Manes - Nollick ghennal as blein vie noa
Maori - Meri Kirihimete
Norueguês - God Jul Og Godt Nytt Aar
Polonês - Wesolych Swiat Bozego Narodzenia
Português - Feliz Natal
Rapa-Nui - Mata-Ki-Te-Rangi. Te-Pito-O-Te-Henua
Romeno - Craciun Fericit
Russo - Pozdrevlyayu s prazdnikom Rozhdestva i s Novim Godom
Sérvio - Hristos se rodi
Samoano - La Maunia Le Kilisimasi Ma Le Tausaga Fou
Sueco - God Jul and (Och) Ett Gott Nytt Ar
Tagalo - Maligayamg Pasko. Masaganang Bagong Taon
Tâmil - Nathar Puthu Varuda Valthukkal
Tailandês - Sawadee Pee Mai
Turco - Noeliniz Ve Yeni Yiliniz Kutlu Olsun
Ucraniano - Srozhdestvom Kristovym
Urdu - Naya Saal Mubarak Ho
Viatnamita - Chung Mung Giang Sinh
Zulu - Nginifisela inhlanhla ne mpumelelo e nyakeni.
- Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta.
- Não nos procure, nós o procuraremos!
- Pode deixar que eu te ligo.
- Puxa, como você emagreceu!
- Fique tranqüilo, vai dar tudo certo.
- Quinta-feira, sem falta, o seu carro vai estar pronto.
- Pague a minha parte que depois eu acerto contigo.
- Eu só bebo socialmente.
- Isso é para o seu próprio bem...
- Eu estava passando por aqui e resolvi subir.
- Estou te vendendo a preço de custo.
- Não vou contar pra ninguém.
- Não é pelo dinheiro, é uma questão de princípios.
- Somos apenas bons amigos...
- Que lindo é o seu bebê.
- Pode contar comigo!
- Você está cada vez mais jovem.
- Eu nem reparei que você usava peruca...
- Nunca broxei antes.
- Você foi a melhor transa que eu já tive!
- Não contém aditivos químicos.
- Estou sem troco, leve um chiclete.
- Obrigado pelo presente, era exatamente o que eu estava precisando....
- Não se preocupe, essa roupa não vai encolher.
- Essa roupa é a sua cara!
- Eu não pude evitar.
- Tudo o que é meu, é seu.
- A inflação vai cair.
- Eu não sou candidato.
- Começo a dieta na segunda...
- O trabalho engrandece o homem!
- Isso nunca aconteceu comigo...
- Isto vai doer mais em mim do que em você.
- Dinheiro não traz felicidade.
- Você sempre foi a única!
- Pode ir que vou depois.
- Eu nem estava olhando...
- Que bom que você já arrumou outra, estou feliz.
- A amizade é o que importa.
- Juro que não estava sabendo!
- Não fui eu que contei.
- Está perfeito!
- Esse carro nunca foi batido, só fica na garagem...
- Não folga que sou do jiu-jitsu!
- Eu liguei, mas ninguém atendeu...
- Beleza e dinheiro não importam, e sim estar feliz.
- Ela era virgem quando a conheci.
- Nunca te traí!
- Eu já vi isso mil vezes e nunca me canso...
- Perfeito!
- Fique tranqüilo, vai dar tudo certo.
- Isto vai doer mais em mim do que em você.
- Essas mentiras acima, nunca falei...
O anel de casamento é uma tradição que tem pelo menos 48 séculos. Já existia entre os egípcios por volta de 2.800 antes de Cristo. Para eles, o círculo, que não tem começo nem fim, representava a promessa de eternidade que os noivos se fazem. A colocação do anel no dedo anular da mão esquerda parece que foi invenção grega do tempo de Homero. Os gregos do oitavo século antes de Cristo acreditavam que uma veia desse dedo ia diretamente ao coração, o que permitia todos os simbolismos românticos.
O pãozinho francês que aqui conhecemos não está entre os mais populares naquele país. Dificilmente alguém encontrará um pão desses em uma padaria francesa. Esta versão de pão é comum apenas nos restaurantes e, provavelmente, um brasileiro que tomou contato com o produto gostou e passou a produzi-lo no Brasil com este nome.
Na França, o pão mais tradicional e de maior saída nas padarias é a baguette; o nosso pãozinho francês, por sua vez, é chamado lá de pistolle (pistola).
livro "O guia dos curiosos"
O Brasil, por possuir uma extensão territorial imensa, tem regiões diferentes. Seja no clima, que por sua vez produz flora e faunas diferentes; seja na cultura, oferecendo costumes, tipos físicos e comidas diferenciadas e também na fala. Cada região tem seu sotaque, dialeto ou gírias. E isto não é POBREZA e sim RIQUEZA!! Assim como o gaúcho, o mineiro, o paraense e todos os outros; o nordestino tem sua forma peculiar de se expressar. Por isso pense duas vezes antes de falar, para não falar bobagens. Valorize sua terra! Valorize seu povo! Vixe Maria! Vejamos alguns exemplos:
- Riscar a faca = Brigar.
- Cair na gandaia = ir para uma festa.
- Pegar o beco = ir embora
- Dar uma guaribada = consertar alguma coisa.
- Sentar o sarrafo = dar uma surra.
- Balaio de gato = confusão.
- Tomar uma = beber um drink.
- Rebolar no mato = jogar fora
- Sujeito cagado = pessoa de sorte.
- Se abrir = rir
- Frescar = brincar
- Tomar garapa = beber água com açúcar.
- Bater a biela = morrer.
- Dar fé = perceber alguma coisa.
- Pastorar = vigiar as coisas.
- Sair desembestado = sair apressado.
- Arrudêia = dar a volta.
- Sujeito avoado = pessoa distraída.
- Trepar num pé de pau = subir numa árvore.
- Engomar a roupa = passar a roupa.
- Zoada = barulho.
- Segurar vela = acompanhar casal de namorados.
- Sujeito desenrolado = pessoa esperta.
- Sujeito estribado – Pessoa rica.
- Fi-o-fó = Lugar onde a costa muda de nome.
- Vestir um paletó de madeira = ser enterrado (depois de morto)
- Se é miúdo é pixototinho.
- Se é pequeno é cotôco.
- Se é alto é galalau.
- Se é franzino é xôxo
- Tudo que é bom é massa.
- Tudo que é ruim é peba.
- Rir dos outros é mangar.
- O bobo se chama leso.
- E o medroso chama frouxo
- Ta torto é tronxo.
- Vai sair diz vou chegar.
- Dar a volta é arrodeio.
- Se é longe é o fim do mundo
- Dinheiro é bufunfa.
- Caba sem dinheiro é liso.
- Pernilongo é muriçoca.
- Chicote se chama peia
- Quem entra sem licença emburaca.
- Sinal de espanto é - - vôte!!
- Se tá folgado tá foló.
- Quem tem sorte é cagado
-Quem dá furo é fulêro.
- Sujeira de olho é remela ou argueiro.
- Gente insistente é pegajosa.
- Agonia é aperreio ou gastura.
- Meleca se chama catôta.
- Gases se chamam bufa
- Catinga de suor é inhaca
- Mancha de pancada é roncha.
- Palhaçada é munganga.
- Desarrumado é malamanhado.
- Pessoa triste é borocoxô.
- E então é iapôis.
- Pois sim é não concordo
- Pois não é estou as ordens.
- Correr atrás de alguém é dar carreira.
- Passear é bater perna.
- Fofoca é resenha.
- Estouro se chama pipoco
- Confusão é rolo.
- Travessura é presepada.
- Gente complicada é nó cego.
- Paquerar é se inxerir.
- Distraído é aluado.
Abigobel - Leso, sem atenção.
Abilolado - Com o miolo mole, sem juízo.
Abufelado - Chateado, com raiva.
Abusado – Chato
Achinchelar - Usar o tênis como chinelo.
Acochar - Apertar.
Acolá - Ali.
Acunhar - Correr, fugir. "Acunha rapaz!"
Afolosar - Afrouxar.
Aí vareia - Depende.
Alpercata - Sandália de dedo.
Alvoroçado - Aperreado, nervoso.Amarrado
Amuquecado - Quieto, desanimado.
Aparelho - Vaso sanitário.
Apartar - Separar.
Aperrear - Encher o saco, pertubar. "Deixe de aperreio aí!"
Apetrechada - Dotada de beleza física.
Apombalhado - Leso.
Arenga - Briga pequena.
Aresia - Conversa besta, sem fundamento.
Argueiro - Cisco no olho.
Ariado - Desnorteado.
Arranca-rabo - Confusão grande.
Arremedar - Imitar.
Arretado - Algo muito bom.
Arrudiar - Dar a volta.
Arrumação - Tanto teimosia ("Menino! Deixa de arrumação!"), agito.
Avexado - Com pressa.
Avia - "Venha, ande logo".
Azougue - Ímã.
Bagana - Balas, biscoitos, chocolates, pirulitos, chicletes...
Baitola - Veado, bichinha.
Baixa da égua - Lugar onde ninguém quer ir, lugar muito longe.
Baladeira - Estilingue, atiradeira.
Balaio de gato - Desorganização, confusão.
Baludo - Cheio da grana.
Banda - Pedaço de alguma coisa.
Bater a caçuleta - Morrer.
Beréu - 1. puteiro, 2. bagunça.
Bilau - Pênis.
Biloca - Bola de gude.
Blimba - Estalo na orelha com o dedo.
Boga - Ânus.
Bôjo - Sanitário.
Bora li - Vamos ali.
Borréia - Sem qualidade.
Boyzinha - Menina novinha.
Bozó - Dados.
Breado - Sujo, melado.
Brecheiro - Sabe da vida alheia, observando às escondidas.
Brega - 1. puteiro, 2. cafona.
Brenha - Local longe de difícil acesso.
Brocoió - Matuto, caipira.
Brotinho - Mocinha bonita.
Bruguelo - Bebê.
Bubu - Chupeta.
Bufa - Peido.
Bufento - Aquilo que perdeu a cor.
Buliçoso - Pessoa que mexe em tudo.
Cabido - Intrometido.
Caboré - Homem esquisito.
Cabreiro - Desconfiado.
Cacareco - Coisa velha guardada.
Cacoete - Mania.
Caga-lona - Quem anda na carroceria de uma caminhonete.
Cagado - Sortudo.
Cagado e cuspido - Muito parecido.
Cagou o cibazol - Errou, não teve sucesso.
Caixa bozó - Lugar muito longe.
Caixão e vela preta - O melhor, o máximo.
Califon - Sutiã, porta-peitos.
Cambada - Grupo de malandros.
Cambito - Perna fina.
Cangapé - Capotagem.
Cangote - Nuca, parte detrás do pescoço.
Cangueiro(a) - Aquele que não dirige bem.
Canhão - Mulher feia.
Caningar - Chatear.
Canjerê - Tumulto.
Cantiga de grilo - Algo repetitivo.
Cão chupando manga - Pessoa muito feia.
Capilé - Estalo com o dedo atrás da orelha.
Caquear-se - Gestos à procura de algo.
Caraca - Sujeira de nariz.
Carecer - Precisar.
Caritó - Moça velha que não casou.
Carregado - 1. Alimento que faz mal ao organismo. 2. Comida "pesada".
Cascaviar - Remexer, procurar.
Catinga - Mau cheiro.
Catoco - Pedaço de coisa.
Catôta - Sujeira de nariz.
Caxaprego - Lugar distante.
Cevado - Fortinho, quase gordo.
Chapéu de touro - Chifre.
Chegue - Venha, acompanhe-me.
Cheio de onda - Pessoa com muita conversa, enrolação.
Cheio de toddynho - Bêbado.
Chulipa - Tapa na orelha com um dedo no sentido vertical.
Churumingar - Reclamar.
Cigarreira - Banca de revista.
Cipuada - Porrada, chibatada.
Cocorote - Cascudo.
Coisar - "Verbo" utilizado quando uma palavra apropriada não é encontrada.
Coletivo - Ônibus.
Com a bexiga - Com raiva, puto.
Comí que fiquei triste - Quando a pessoa comeu demais, até o limite.
Confeito - Balas, doces.
Corralinda - Coisa linda, pessoa bonita.
Corrida de ganso - O que não vale a pena.
Crica - Criança.
Cumê que ofende - Comida que pode provocar algum tipo de reação ou alergia.
Custar - Demorar. "O ônibus está custando muito".
Danada - Pessoa inquieta, que não fica parada. "Ô menina danada!"
Dando siu - Chamando "psiu".
Dar cabimento - Dar liberdade, intimidade.
Dar o grau - Caprichar ao fazer algo. "Eu vou dar o grau na sua casa"
Dar o prego - Enguiçar.
Dar pitaco - Dar opinião.
Dentequeiro - Dente siso.
Derradeiro - Último.
Derrubado - 1. Sem ânimo, doente; 2. Sem qualidade.
Desapartar - Separar.
Descansar - Parir, dar à luz.
Descatitar - Acelerar, correr.
Desembuchar - Confessar.
Desimbestar - Correr bastante.
Desmantelado - Maluco, muito doido.Desmentir - Torcer o pé.
Desmilingüido - Muito magro, sem força.
Destrocar - Trocar dinheiro.
Din-din - Sacolé, chupe-chupe, gelinho.
Dirlechado - Desorganizado, sem cuidado.
Doidim - Doidinho, pessoa simpática meio amalucada.
Dor de viado - Dor no baço.
É caixão! - É difícil, complicado.
É um porre! - Chato, péssimo.
Eita piula! - Interjeição de espanto.
Em riba - Em cima.
Embuchar - Engravidar.
Emburrado - Chateado, de cara feia.
Empanzinado - Quem comeu demais.
Encalifado - Desconfiado.
Encangado - Em cima, montado.Encruado - Aquele que não cresceu.
Enfadado - Cansado.
Enfezado - Com raiva.
Engilhado - Enrugado.
Enguiçado - Quebrado.
Enredar - Entregar alguém. "Meu irmão me enredou para minha mãe".
Ensacar - Pôr a blusa dentro da calça.
Entojo - Enjôo.
Enxerido - Assanhado.
Esbugalhado - De olhos bem abertos.
Escanchado - Montado em algo ou alguém.
Escangalhado - Quebrado.
Escapulir - Escapar, fugir.
Esgotar - Secar a fossa.
Esmolé - Mendigo.
Esmulecer - Desanimar, esmorecer.
Espichado - Esticado.
Espragatado - Pisado, amassado.
Esse(a) menino(a)! - Vocativo usado quando alguém que não se sabe o nome.
Estatalado - Caído e todo quebrado.
Estribado - Pessoa com muito dinheiro.
Estribuchar - Debater-se.
Estrompado - Arrombado, arregaçado.
Eu cegue - Eu aposto, eu dou minha palavra.
Farda - Uniforme escolar.
Fastiado - Sem fome.
Fazer sabão - Sexo entre lésbicas. "As duas estavam fazendo sabão lá na casa de praia"
Fechar - Desligar. "Feche a luz aí por favor!"
Fechar a prova - Acertar toda a prova.
Fechicler - Zíper de calças, bolsas etc.
Fez mal - Engravidou alguém.
Fichinha - Coisa muito fácil.
Filé de borboleta - Pessoa muito magra.
Foi mal! - Desculpe-me!
Folote - Folgado.
Frangote - Moleque, adolescente.
Frechado - Chato.
Friorento ou friento - Aquele que sente muito frio.
Friso - Grampo de cabelo.
Frivião de gente - Multidão.
Fuá - Um cantinho bagunçado.
Fubento - Sem cor, desbotado.
Fuinha - Rostinho engilhado.
Fuleiro - Sem valor.
Fumando numa quenga - Pessoa que tá puta da vida.
Fungar - Cheirar.
Furdunço - Bagunça.
Furico ou frinfa - Ânus.
Furnido - Forte, robusto.
Fuxico - Fofoca.
Fuzuê - Tumulto.
Gaia - Chifre.
Gala - Esperma.
Galalau - Rapaz alto.
Gale não - "Não faça essa sacanagem".
Galeto - Frango.
Galinha à cabidela - Galinha ao molho pardo.
Gastura - Enjôo, mal-estar.
Gastura - Mal estar.
Gente bonita que nem presta - Local onde há muitas pessoas bonitas.
Ginga - Manjubinha, tipo de peixe.
Godela - Conseguir algo sem pagar.
Goipada - Cuspida.
Gorado - Ovo estragado.
Grade - Caixa de cerveja.
Graxa - Molho de carne.
Grosso que nem parede de igreja - Pessa grosseira.
Ingembrado - Torto.
Inhaca - Mau cheiro no suvaco.
Invocado - Corajoso ou "muito bom".
Jerimum - Abóbora.
Judiar - Fazer mal, maltratar, torturar.
Mangar - Ridicularizar. "Aquele cara vive mangando de mim por causa do meu cabelo!"
Melado - Bêbado.
Moça - Mulher virgem.
Môco - Surdo, mouco.
Mói de chifre - Corno.
Morrer de... - Cansar de fazer algo. "Hoje eu vou morrer de dançar!"
Mundiça - Gente pobre, "povão". "Na praia só tinha mundiça"
Muriçoca - Pernilongo.
Mangar - Ridicularizar. "Aquele cara vive mangando de mim por causa do meu cabelo!"
Melado - Bêbado.
Moça - Mulher virgem.
Môco - Surdo, mouco.
Mói de chifre - Corno.
Morrer de... - Cansar de fazer algo. "Hoje eu vou morrer de dançar!"
Mundiça - Gente pobre, "povão". "Na praia só tinha mundiça"
Muriçoca - Pernilongo.
Não dá um prego numa barra de sabão - Não faz nada, é um preguiçoso.
Nome feio - Palavrão. "Menino, deixe de falar nome feio na frente das visitas!"
Ova de Curimatã - Prato típico feito com curimatã, que é um peixe de água doce.
Paçoca - Carne seca socada no pilão com farinha de mandioca e temperos.
Papel de enrolar prego - Pessoa grosseira.
Pastorar - Vigiar. "Pastore aí meu carro"
Pé de pau - Árvore.
Peba - De má qualidade.
Pedir penico - Desistir.
Pelejar - Tentar várias vezes.
Pimbada - Sexo.
Queima rapariga - Grito de guerra, incentivo para as meninas agitarem.
Quenga - Prostituta.
Quengo - Cabeça.
Racha - Pelada, jogo de futebol ou disputas em geral.
Remela - Secreção ocular.
Se abrir - Sorrir, dar muitas risada.
Sem futuro - Mau negócio, pessoa despreparada ou algo não trará benefícios.
Sibite baleado - Pessoa pequena ("sibite" é um pequeno pássaro).
Sustança - Energia dos alimentos. "Rapadura tem sustança".
Triscar - Tocar. "O menino triscou no bolo"
Vacilar - Cometer um erro. Enganar-se. "Rapaz, você vacilou no jogo ontem"
Varapau - Homem alto.
Vexado - Apressado.
Vexame - Aperreio, confusão.
Vigi! - Por pouco, quase!
Visse? - Certo? OK?
Vogar - Valer.
Xanha - Coceira na pele.
Xeleléu - Puxa-saco.
Xodó - Amor, paixão, pessoa querida.
Xôxa - Sem graça, sem futuro.
Zambeta - De pernas tortas.
Zoeira - Bagunça.
Zonar - Zombar, tirar um sarro, curtir com o outro.
Zuadento - Barulhento.
O banheiro ganhou um componente moderno: o papel higiênico literário. A empresa espanhola Empreendedores está lançando rolos de papel especial onde aparecem impressos clássicos da literatura mundial para que o usuário vá lendo enquanto permanecer no banheiro. O produto, vendido só através da internet, inclui trechos de literatura clássica, teatro, poesia e até textos sagrados da Bíblia e do Budismo. A intenção dos sócios da companhia era incluir também trechos do Corão, mas tiveram medo da possível reação dos islâmicos.
“Agora surge aí um conflito interessante: limpar o traseiro com uma bela obra e o dilema moral que isso representa”, disse o dono da empresa, Raúl Camarero.
Os rolos custam 3,70 euros (cerca de R$ 9,80) cada, e o “leitor” tem a opção de escolher os textos e a cor do papel higiênico. Eles estão disponíveis nas cores branco, laranja e rosa, feitos de uma celulose mais resistente.
Com um. A palavra “canoa” originalmente designava uma embarcação de origem indígena feita escavando-se um tronco de modo a torná-lo oco. Com o tempo, a palavra passou a referir-se a qualquer pequeno barco a remo, que pode ser de qualquer material. Mas, se a canoa do ditado é feita de madeira, usou-se um pau só. O barco feito de vários troncos amarrados lado a lado é uma jangada.
Em geral, chama-se de sinfônica a orquestra de grande porte, tipicamente com 85 músicos, adequada para a execução de obras que pedem muitos instrumentos, como a sinfonia que lhe dá o nome. Em contraste, as orquestras menores, conhecidas como “de câmara”, são aquelas adequadas às obras que necessitam de menos músicos, como sonatas e concertos.
Em sentido mais estrito, os termos “sinfônica” e “filarmônica” referem-se à forma de manutenção das orquestras e não à sua composição ou à distribuição dos músicos, similares nos dois casos. A sinfônica é mantida com verbas públicas e a filarmônica por uma associação privada. Nada impede que uma mesma cidade tenha orquestras dos dois tipos.
A contagem dos pontos no tênis é 0-15-30-40 e game, porque se baseia na hora de 60 minutos, sendo que cada ponto equivale a um quarto de hora. O que deveria ser o 45 foi abreviado para 40 provavelmente por comodidade e não há a pontuação 60 porque ela corresponde à “hora cheia”, isto é, ao game.
Funciona assim: a partida começa com o saque, que é sempre dado em diagonal. O sacador tem direito a um segundo saque caso erre o primeiro. Quem não conseguir rebater a bola ou mandá-la para fora perde o ponto. O primeiro ponto vale 15, o segundo 30 e o terceiro 40. O tenista que chegar antes ao quarto ponto conquista o game. O jogador que ganhar seis games vence o set. Quem ganhar a maior parte dos sets vence a partida. O número de sets em cada partida depende do campeonato em disputa.
Porque quando o real foi criado, verificou-se que diversos itens que compõem a estrutura de preços dos derivados de petróleo e do álcool automotivo só tinham representatividade após a segunda casa decimal. Seus pesos individuais no preço final do litro eram inferiores a um centavo e arredondá-los para cima levaria a um aumento expressivo do preço total do litro. Era o caso, por exemplo, das despesas com pessoal da refinaria e do frete de entrega no posto.
Mas ao abastecermos nosso veículo, a terceira casa decimal deve ser abandonada e não arredondada, mesmo que seja um 9. Assim, se o preço total for de, digamos, R$45,649, deveremos pagar apenas R$45,64 e não R$45,65.
Os cegos de nascença têm sonhos sem imagens, nos quais as sensações vêm de outros sentidos. Eles sentem cheiros, têm sensações táteis e ouvem sons. O sentido da audição tende a prevalecer sobre os demais. Pessoas que se tornaram cegas continuam sonhando com imagens, mas, com o prolongamento da cegueira, as imagens tendem a se tornar menos nítidas, até desaparecer.
Mauricio de Sousa, o criador da Turma da Mônica, imaginou o bairro fictício de Limoeiro, onde a turma mora, com base em suas memórias das cidades de Bauru e de Campinas, nas quais residiu. Foi, aliás, em Bauru que a Mônica nasceu, em 1960. A Mônica de verdade, sua filha.
Em latim, a palavra opus significa “trabalho” ou “obra”. A partir do séc. XV tornou-se habitual numerar as obras dos compositores, à medida que iam sendo escritas ou publicadas, utilizando-se esse termo latino. A primeira obra seria conhecida como “Opus 1” (abreviado como “Op. 1” ou “op. 1”), a segunda como “Opus 2” e assim por diante. Dessa forma, pode-se localizar o lugar de determinada peça na carreira do compositor. Essa numeração não interfere no número que o compositor tenha dado especificamente àquela peça.
Imaginemos, por exemplo, que um compositor inaugure a sua carreira musical compondo um concerto para violino em homenagem à sua querida mãe, chamado “Concerto para violino nº 1 La mamma Opus 1”. Tempos depois, já tendo escrito mais 15 peças variadas, resolve fazer outro concerto para sua mãe, Esse será o “Concerto para violino nº 2 La mamma mia Opus 17”. Como esse é o segundo concerto para violino, leva o número 2, mas como é sua 17ª obra, fica com o Opus 17.
O Opus pode também designar um conjunto de peças, geralmente relacionadas entre si. O compositor alemão Händel, por exemplo, tem uma série de 12 concertos grossos que levam todos o Opus 6.
O sistema, porém, não foi usado de forma muito rigorosa, o que gerou certa confusão, especialmente em se tratando de compositores prolíficos. Isso levou ao surgimento de formas paralelas de numeração, geralmente relativas a um único compositor que teve seus trabalhos (re)numerados por um estudioso.
É o caso, por exemplo, de Mozart, cujas obras têm o número K (do musicólogo Ludwig von Köchel), de Vivaldi, com a numeração RV (Ryom Verzeichnis – “Lista Ryom” – do pesquisador Peter Ryom) e de Bach, com o número BWV (Bach-Werke Verzeichnis – “Lista das Obras de Bach” – do estudioso Wolfgang Schmieder).
O alimento dietético é aquele indicado para dietas com restrição de determinados nutrientes e o alimento light é aquele que tem baixa quantidade de certo nutriente ou baixo valor energético.
Resumindo, Diet é aquele alimento do qual um determinado ingrediente foi totalmente retirado, como o caso do refrigerante que tem todo o açúcar substituído por adoçante. O diet, então, é o alimento modificado para fins específicos, como diabetes, gestantes, atletas ou dietas radicais.
O alimento light é aquele que sofre redução parcial de um componente calórico, como determinados sorvetes, por exemplo, que têm menos teor de gordura.
No caso das estradas federais, a lógica da numeração depende do tipo de rodovia. As radiais, que vão do centro (Brasília) para as pontas (fronteiras nacionais), têm sempre o zero como primeiro algarismo, seguido de dois outros entre 05 e 95, em intervalos de 05, segundo a orientação geográfica da estrada, em sentido horário. Sua quilometragem segue o sentido centro – pontas, sendo o quilômetro zero de cada estado o ponto da rodovia que estiver mais próximo de Brasília. É o caso, por exemplo, da BR-040, que vai de Brasília ao Rio de Janeiro.
As longitudinais, que cortam o País de norte a sul, começam com o algarismo 1, seguido por dois outros entre 00 e 99 em função da sua distância de Brasília. As estradas a leste da capital ficam entre 00 e 50 e as a oeste ficam entre 50 e 99, sendo 50 o ponto central. É o caso, por exemplo, da BR-101, que vai de Touros (RN) a S. José do Norte (RS), pelo litoral. A quilometragem é contada do norte para o sul, exceto nos casos da BR-163 e da BR-174, para as quais vale o inverso.
As estradas transversais, que cortam o País de leste a oeste, seguem uma lógica parecida com as longitudinais, mas têm como referência um eixo horizontal que passa por Brasília. O primeiro algarismo é sempre 2, e os seguintes ficam entre 00 e 99 em função da sua distância desse eixo. As estradas ao norte da capital ficam entre 00 e 50 e as ao sul ficam entre 50 e 99, sendo 50 o ponto central. A quilometragem é contada no sentido leste-oeste. Veja-se, por exemplo, a BR-230, que vai de Cabedelo (PB) a Benjamin Constant (AM).
As rodovias diagonais utilizam o mesmo padrão de numeração das demais, tendo como referência um eixo diagonal passando por Brasília. Seu número começa sempre com 3, mas os demais algarismos seguem dois critérios distintos segundo a orientação do eixo.
No caso das diagonais que têm direção geral noroeste-sudeste (ou seja, do canto superior esquerdo do Brasil ao inferior direito), os algarismos restantes compõem números pares que vão de 00 no extremo nordeste a 98 no extremo sudoeste. Já nas diagonais com direção geral nordeste-sudoeste (ou seja, do canto superior direito do País ao inferior esquerdo), os algarismos restantes compõem números ímpares que vão de 01 no extremo noroeste a 99 no extremo sudeste. A quilometragem inicia-se sempre no ponto mais ao norte da estrada em direção ao sul. Há exceções, entre as quais a BR-307, a BR-364 e a BR-392.
Há, ainda, as rodovias de ligação, que podem ter qualquer direção e, em geral, ligam estradas entre si, a cidades importantes ou a fronteiras nacionais. Seu primeiro algarismo é o 4, seguido de mais dois algarismos entre 00 e 50, se a rodovia estiver ao norte de Brasília, ou 50 e 99 se estiver ao sul. Sua quilometragem geralmente segue do ponto mais ao norte da rodovia para o ponto mais ao sul. No caso de ligação entre duas rodovias federais, a quilometragem começa na rodovia de maior importância.
Já os números das rodovias estaduais são compostos pela sigla do estado e por 2 ou 3 algarismos, podendo, ou não, nesse último caso, seguir a metodologia federal.
Nem todos os países do mundo adotam o cifrão ($) como símbolo das suas moedas, mas ele é reconhecido até nesses lugares. Pode-se grafá-lo com um ou dois traços, se bem que alguns defendam que a forma correta seja com dois, devido à sua origem, como se verá a seguir.
A origem do cifrão é bastante incerta e as teorias são muitas. Uma delas é esta: Segundo a mitologia grega, Héracles (Hércules), ao realizar um de seus 12 trabalhos, teria rachado uma montanha ao meio, criando, assim, o Estreito de Gibraltar, que liga o Mar Mediterrâneo ao Oceano Atlântico. Do lado europeu (norte) do estreito, está o grande rochedo de Gibraltar, e, do lado africano (sul), encontra-se o Monte Hacho. Essas duas montanhas são chamadas de "Colunas de Hércules".
Diz-se que o general Táriq-ibn-Ziyád, que comandou a bem sucedida invasão árabe da Península Ibérica, no séc. VIII, teria partido da Arábia e atravessado o Egito, os desertos do Saara e da Líbia, a Tunísia, a Argélia e o Marrocos até cruzar o estreito e chegar à Espanha. Em comemoração à sua vitória, Táriq teria mandado cunhar moedas mostrando uma linha sinuosa, em "S", representando o seu tortuoso caminho, cortada por dois traços verticais, representando as Colunas de Hércules.
Outra. O antigo peso espanhol era dividido em 8 subunidades, havendo uma moeda chamada “peça de 8”, cujo símbolo era esse número entre duas barras oblíquas (/8/). Em algum momento se teria a começado a superpor as barras ao 8 e, como a tal moeda costumava ser partida em quartos, cada pedaço ficava com um símbolo similar ao atual cifrão.
Mais uma: O cifrão viria de pesos espanhóis cunhados especificamente em Potosi, na Bolívia, onde havia uma riquíssima mina de prata (ainda em funcionamento). Gravavam-se nessas moedas as letras “PTSI” completamente superpostas, de modo que o resultado era algo como um “S” à volta de um “T”, muito parecido com o cifrão atual.
E outra: Abreviava-se peso, no singular, com um “P” maiúsculo e pesos, no plural, acrescentando-se um “s” minúsculo em cima, à direita, assim: “Ps”. Com o tempo, o “s” teria sido superposto ao traço vertical do “P”.
A quinta: Quando a Espanha estava no ápice do seu poder graças à riqueza gerada pelo comércio colonial, escravos eram uma importante reserva de valor. O cifrão, símbolo de dinheiro e riqueza teria surgido em referência a eles e aos seus grilhões, que eram aquelas peças articuladas que prendiam as pernas dos escravos a correntes e que se fechavam com um prego ou cravo. Escravo em espanhol é “esclavo” e cravo é “clavo”. Da abreviação “S-clavo” teria advindo a imagem do “S” atravessado por um cravo.
Essa prática não é obrigatória, mas apenas tem a finalidade de dificultar fraudes. É que o “h” impediria dois tipos de trapaça: 1) a transformação do “um”, de “um mil”, em “cem”, presumivelmente fazendo-se uma curvinha para a direita no alto do primeiro traço do “u” e uma alcinha no topo do segundo, e 2) a inserção, no extenso, de um número qualquer, digamos “dez”, na frente da expressão “mil reais”.
O telefone portátil que usamos não foi fabricado com o uso de nenhum tecido vivo. A rigor, ele não tem nenhuma célula. E mesmo assim são chamados de celulares. A explicação é a seguinte: A comunicação entre esses aparelhos se dá por meio de ondas de rádio, também chamadas de campos de radiofreqüência. Um celular não fala diretamente com outro: quando ligamos para alguém, o sinal do nosso aparelho é captado pela estação rádio-base (ERB) mais próxima e por ela direcionado para a central de comutação da operadora, que o redirecionará para a rede fixa ou para a ERB mais perto do celular que estamos chamando.
As ERBs são as aquelas antenas que vemos por aí. Na zona rural, elas costumam ser altas e poucas em quantidade. Nas cidades, especialmente nas grandes áreas urbanas, são mais discretas e numerosas. Freqüentemente, são instaladas no telhado de prédios. A área abrangida por uma ERB é chamada de “célula”, e por isso a rede é conhecida como “rede celular”. Consequentemente, os aparelhos ficaram conhecidos como celulares.
Chama-se de “limusine” um carro especialmente comprido, inteiramente fechado e no qual o motorista fica separado dos passageiros, geralmente por um vidro. O termo vem de “Limousin”, nome de uma antiga província francesa que também nomeava um capote feito de lã ou pêlo de cabra, usado por cocheiros e carroceiros dessa região. Nas limusines originais, surgidas no começo do séc. XX, o compartimento dos passageiros era fechado e o motorista ficava ao ar livre. Modelos posteriores, com um toldo que protegia o motorista do sol e da chuva, teriam passado a chamar-se “limousine” por associação com o capote.
Uma teoria alternativa diz que o nome foi uma homenagem dada por Charles Jeantaud, que teria inventado esse tipo de carroceria, à sua região natal. A forma abreviada “limo” apareceu nos EUA nos anos 1960.
A expressão “ter sangue azul”, para qualificar um membro da nobreza, vem da Espanha. Esse país foi ocupado e dominado pelos mouros (árabes muçulmanos) por alguns séculos. Claro que isso revoltou a aristocracia da região. Então, essa nobreza de “raça pura”, descendente da população original de pele clara, que não se havia misturado com os mouros de pele morena, orgulhava-se do fato de que podia ver o sangue venoso, de tom azulado, através da pele. Isso era uma maneira de discriminar os seus conquistadores, de pele morena, pois quanto mais clara é a pele, mais azulada as veias parecem ser. Essa expressão ficou até os nossos dias.
A suástica não foi inventada por Hitler ou pela Alemanha Nazista. A suástica ou cruz gamada, como também é conhecida, é um dos símbolos místicos mais difundidos e antigos do mundo. É encontrado do extremo Oriente à América Central, passando pela Mongólia, pela Índia e pelo norte da Europa. Foi conhecido dos celtas, dos etruscos, da Grécia antiga. Alguns quiserem remontá-lo aos atlantes, o que é uma maneira de indicar sua remota antiguidade. Qualquer que seja sua complexidade simbólica, a suástica, por seu próprio grafismo, indica manifestamente um movimento de rotação em torno do centro, imóvel, que pode ser o ego ou o pólo. É, portanto, símbolo de ação, de manifestação, de ciclo e de perpétua regeneração.
Foi só por volta de 1920 que a liderança do então pequeno Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães via crescer as fileiras de adeptos e carecia, portanto, de se ter uma bandeira ou um símbolo para os seus partidários. Consciente desta necessidade, Adolf Hitler adotou a cruz gamada na bandeira do seu partido e ela também se tornou símbolo oficial do Terceiro Reich.
É que na Roma antiga havia o costume de untar óleo à porta, já florida, da nova morada do casal. A noiva então era carregada casa adentro por dois amigos do noivo, evitando assim o constrangimento de um possível tropeço na soleira untada. O noivo a aguardava dentro da casa. O ritual garantia um futuro promissor e isento de maus fluidos. O costume foi passando e se adaptando com o tempo, até chegar aos nossos dias atuais.
As cores verde e vermelha são herança das sinalizações ferroviárias. No início, a disposição era horizontal. No entanto, para os daltônicos, que têm dificuldades em vários graus de distinguir entre verde e vermelho, a configuração vertical é mais segura porque a iluminação ajuda-os a separar um sinal do outro. E foi para facilitar a vida dos daltônicos que se adotou o padrão vertical na disposição desses sinais.
Tequila é uma aguardente de origem mexicana. É produzida em região demarcada pela Lei Mexicana no Estado de Jalisco onde se encontra a pequena povoação de Tequila, que lhe deu o nome, e onde se concentram os principais produtores. A tequila é produzida a partir do Agave Azul, que é uma espécie de babosa (e não um cacto). Muito parecido com o abacaxi, esse agave possui um miolo, que é conhecido como piña, cujo consumo cru não é indicado, pois trata-se de uma planta venenosa.
Mas esse miolo, que pode atingir até 70 kg. por ramo, possui uma forte concentração de açúcar. Ele então é extraído e a destilação de seu sumo é utilizada para a produção dessa aguardente. Fortemente aromática, a bebida apresenta diferentes graus de cor, sabor e aroma, conforme o tempo de envelhecimento
A palavra dengue é de origem espanhola e significa dengoso ou requebro. O nome da doença vem da maneira com que as pessoas, que foram picadas pelo mosquito, são atingidas por fortes dores nos músculos e articulações, caminham (requebram) ou ficam “de cama” (dengoso).
O famoso e incrível grito produzido por Johnny Weissmuller na figura de Tarzan não era totalmente de sua autoria. Era uma combinação de diversos sons, incluindo o seu próprio grito, um dó agudo de uma soprano e um uivo de hiena gravado em fita e reproduzido de trás para frente.
Alguns escravos que vieram da áfrica para o Brasil, especialmente de Angola, pertenciam à tribo dos quimbundos. Os homens e, especialmente, as mulheres desse lugar tinham as nádegas bem arrebitadas e avantajadas, o que causou a inevitável associação do nome da tribo com a forma física.
Os duelos de cavalaria na Idade Média eram travados com a lança na mão direita. E quando dois viajantes se encontravam em uma estrada estreita, a prudência recomendava deixar o estranho à direita, para poder sacar a espada em defesa, se fosse necessário. Essa tradição se manteve para os automóveis dos dias de hoje.
Essa consagrada bebida genuinamente nacional está criando cada vez mais adeptos em todo o mundo, talvez por ser mais doce do que a “margarita” e mais potente do que a maioria dos drinques tropicais. Sua origem data da época da escravidão no país, no século XVIII.
É que muitas vezes, após um dia extremamente quente gasto na colheita de cana, os escravos matavam a sede com cachaça, que rapidamente se tornou a bebida preferida dos trabalhadores. Eles acabaram por incrementá-la com açúcar e limão, para torná-la mais saborosa, surgindo assim a famosa caipirinha.
A palavra “bar” vem do francês, barre (barra, em português). No século XIX, as tabernas francesas tinham, ao longo de todo comprimento do balcão, uma barra, para evitar a aproximação dos clientes.
Nessa época era comum jovens americanos irem estudar na França. Alguns deles eram assíduos freqüentadores da noite. Conta a história que dois desses rapazes, de regresso ao seu país, resolveram abrir um bar, nos moldes franceses: bebidas servidas em copos no balcão e a grande inovação da barra ao longo dele. A palavra foi se divulgando até formar o termo bar.
Quando em 1927, a Academia de Hollywood instituiu-se para premiar as melhores realizações do ano, o prêmio não tinha nome, assim permanecendo até o começo da década de 30. A estatueta, concebida pelo diretor de arte Cedric Gibbons e pelo escultor George Stanley era entregue sem nome, apenas com a expressão genérica de “Os melhores segundo a Academia”.
Foi por volta de 1931 que uma secretária da Academia, de nome Margareth Herrick, avistou pela primeira vez a estatueta e, incontida, soltou um comentário pessoal: “Parece com o meu tio Oscar”. Por acaso, a imprensa estava por perto e no dia seguinte os jornais estamparam que o prêmio já tinha nome. A brincadeira pegou de tal forma que . . . o resto da história já sabemos. Dizem que depois a tal secretária negou a semelhança da estatueta com o seu parente, mas aí já era tarde. O nome já tinha se consagrado.
Uma outra versão dá conta que a atriz Bette Davis o teria apelidado assim, dado a semelhança da estatueta com seu primeiro marido, comparação ouvida por um jornalista presente no momento, que a publicou em seu jornal.
De qualquer modo o apelido pegou de tal maneira que até hoje é o nome pelo qual o Prêmio de Mérito da Academia (nome oficial) é conhecido mundialmente.
Estes buracos ou olhos, como prefere chamar a indústria suiça, são formados pela expansão de gases emitidos por bactérias introduzidas no processo inicial da fabricação do queijo. Esta bactéria, além de formar os buracos, ajuda a cura do queijo e lhe confere um odor inconfundível.
Capoeira é o nome de uma espécie de gaiola ou cesto, nos quais os escravos transportavam aves domésticas, entre elas os capões (daí o nome), para serem vendidos nas feiras.
A luta, de origem africana, recebeu este nome porque, nos intervalos das vendas, os escravos praticavam esse tipo de jogo de destreza, despertando a atenção dos espectadores pela graça e beleza dos seus movimentos. Esses escravos passaram então a ser conhecidos como capoeiros e o jogo, como “luta capoeira”.
Os brasileiros são doídos por dar apelidos ao próximo e às coisas. Esse hábito, às vezes são maldosos, ferinos, e outras vezes interessantes e engraçados. Eles não respeitam nem os defeitos físicos, nem as deformidades, nem fardas, nem batinas, nem títulos, nem religiões, nem cacoetes e nem nada. Não escapam nem nomes de lugares, como ruas, praças, bairros, etc. Eis alguns exemplos de apelidos em João Pessoa:
- Caixa D´Água: Conhecido poeta Popular, que costumava andar pelas ruas da cidade, sempre com seu terno de linho branco. Já falecido, hoje está homenageado com uma estátua de pedra na Rua Aristides lobo. Desde pequeno que ouvia falar dele. Seu nome de batismo era Manoel José de Lima.
- Praça do Caju: Situada no Bairro do Bessa, seu nome verdadeiro é Praça Djalma Gomes da Fonseca.
- Praça Onze: Localizada no Bairro de Jaguaribe, seu nome verdadeiro é Praça Aquiles Leal.
- Praça da Pedra: A Praça do Trabalho, localizada no Bairro do Varadouro só é conhecida por esse apelido. É que uma enorme pedra de quase seis metros, que não se sabe bem de onde veio, está fincada bem no seu centro.
- Prédio 18 andares: Localizado na Av. General Osório, no centro da cidade, é um dos edifícios mais antigos da cidade.(o mais alto na época de sua construção, com 18 andares). Ninguém o conhece pelo seu nome oficial que é Edifício Residencial Presidente Epitácio Pessoa.
- Bica: Trata-se do Parque Arruda Câmara, o zoológico municipal. Esse apelido lhe foi dado por causa de uma fonte de água límpida que nasce dentro de seu território, e que no começo do povoamento da cidade servia para abastecer seus habitantes.
- Bairro de Mangabeira: É o maior bairro da capital e ninguém o conhece pelo verdadeiro nome, que é Parque Residencial Tarcísio de Miranda Burity. É que, antes de sua fundação, no inicio da década de 80, existia, no local, muita plantação de mangaba. E o nome “que pegou” foi Mangabeira.
- Mussumago: Denominação corrente de uma comunidade existente no bairro Valentina Figueiredo. Mas seu nome correto é “Monsenhor Magno”.
- Viaduto Sonrisal: Foi construído para desafogar o tráfego na BR-230, perto da Ceasa. Foi assim cognominado porque, na época de sua construção, dizia-se que não resistiria às primeiras chuvas, como um comprimido desse medicamento que facilmente é dissolvido na água. Seu nome é na verdade Viaduto Cristo Redentor.
- Viaduto de Oitizeiro: Na realidade se chama Viaduto Governador Ivan Bichara Sobreira e foi construído para melhorar o trânsito na bifurcação das BR-230/BR-101. Mas como fica nas imediações do Bairro de Oitizeiro, ficou sendo chamado por esse nome.
- Avenida Beira-Rio: É uma das mais importantes avenidas da capital, cortando vários bairros e ligando o centro da cidade às praias. Mas seu nome é Avenida Ministro José Américo de Almeida.
- Santinha: Localizada às margens da Av. Pedro II (sentido centro-UFPB), uma imagem de Nossa Senhora da Penha também não escapou dos apelidos. Tendo em vista que é uma imagem realmente pequena, ficou carinhosamente chamada de “Santinha”.
- Titanic: Tendo em vista ser uma localidade muito conturbada, é assim que é chamado pelo povo o Condomínio Índio Piragibe, localizado na Ilha do Bispo.
- Cangote do Urubu: Por esse nome é que ficou conhecido o Conjunto Nossa Senhora de Fátima, situado por trás do Cemitério Senhor da Boa Sentença.
Desde muito tempo o ano é dividido em meses. O primeiro calendário, que tinha dez, começava com março e foi criado por Rômulo, primeiro rei de Roma. Seu sucessor, Numa Pompílio, acrescentou dois ao original: o 11º , janeiro e o 12º fevereiro. A partir de 46 a.C., Júlio César reformou o primeiro calendário, passando o ano a iniciar-se em janeiro. Em 1582, o papa Gregório XIII introduziu nova modificação, tornando-o mais preciso, com melhor definição do ano bissexto. Esse calendário, chamado Calendário Gregoriano, é o que hoje adotado na civilização ocidental. Os nomes dos meses são ligados à Mitologia, personagens históricas, práticas agrícolas e a numeração ordinal. São eles:
Janeiro – Januarius, mês do deus Janus, homenageia um dos principais deuses de Roma, tido como guardião de todas as portas e entradas. Tinhs duas faces: uma voltada para a frente e outra para trás.
Fevereiro – Februaius, mês das expiações. Todos os anos, em 15 de fevereiro acontecia um festival de purificação chamado februa, plural de februum, quando eram oferecidos sacrifícios aos mortos, para apaziguá-los.
Março – Martius, mês do deus Marte, deus da guerra., que representava para os antigos romanos a ação, o prazer da batalha, a iniciativa, a prontidão para o combate, a honra, o desafio e a vitória que a luta traz. Nesse mês os romanos celebravam festas em sua honra.
Abril – Aphrilis. Corruptela de Aphrodite, nome grego da deusa Vênus, do amor, beleza e do prazer. Mas alguns acham que o nome vem de aprilis, do verbo latino aperire, abrir, pois esse era o mês em que os botões das flores se desabrochavam, marcando a primavera.
Maio – Maius. Mês da deusa Maia que, segundo a mitologia, se uniu a Júpiter para tornar-se mãe de Mercúrio. Ela é deusa da fecundidade, e da projeção da energia vital.
Junho – Junios, mês da deusa Juno, irmã e esposa de Júpiter. É representada pelo pavão sua ave favorita. É a deusa protetora das mulheres, especialmente das esposas legítimas, da maternidade e do casamento.
Julho – Julios. Mês consagrado a Julio César, imperador romano, assassinado em 44 a. C.
Agosto – Augustus. Foi uma auto-homenagem do imperador romano Otavio Augusto, um dos maiores administradores da história. Inicialmente era chamado de sextillis, por ser o sexto mês do calendário. Sextillis tinha 30 dias, mas para não ficar menor que Julio, que tinha 31, o imperador retirou um dia do mês de fevereiro para que agosto também tivesse 31 dias. Essa é a razão pela qual julho e agosto são os únicos meses consecutivos com 31 dias.
Setembro – September, sétimo mês. Septem é sete em latim. Era o sétimo mês do calendário antes da modificação feita pelo imperador Numa Pompílio.
Outubro, Novembro e Dezembro – October, oitavo mês, octo é oito em latim; november, nono mês, novem é nove em latim; december, décimo mês, decen é dez em latim. Originalmente eles eram o oitavo, o nono e o décimo mês do calendário.
JORNAL DO BRASIL:
"A nova terapia traz esperanças a todos os que morrem de câncer a cada ano." ((Onde? Na cova?).
"Ela contraiu a doença na época que ainda estava viva." (Jura ?)
“Depois de algum tempo, a água corrente foi instalada no cemitério,
para a satisfação dos habitantes." (Água no além para purificar as almas...)
“O aumento do desemprego foi de 0% em novembro." (Onde vamos parar desse jeito?)
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O GLOBO:
“Apesar da meteorologia estar em greve, o tempo esfriou ontem intensamente." (O frio não estava filiado ao sindicato grevista).
“Os nossos leitores nos desculparão por esse erro indesculpável." ( De modo algum!).
“Quatro hectares de trigo foram queimados. A princípio, trata-se de um incêndio." (Ah, bom! achei que fosse um churrasco!)
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EXTRA
“Os sete artistas compõem um trio de talento." (Hã?).
“Parece que ela foi morta pelo seu assassino." (Não diga!).
“O acidente foi no triste e célebre Retângulo das Bermudas." (Gente, até ontem era um triângulo! Vai ver que qualquer dia inventem o CÍRCULO DAS BERMUDAS...).
“A polícia e a justiça são as duas mãos de um mesmo braço." (Que aberração!).
“O presidente de honra é um jovem septuagenário de 81 anos." (Quanta confusão!) .
“O cadáver foi encontrado morto dentro do carro." (Sem Comentários !!!) .
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O DIA:
“A vítima foi estrangulada a golpes de facão." (uma nova modalidade de estrangulamento).
“No corredor do hospital psiquiátrico os doentes corriam como loucos." (naturalmente....).
“O velho reformado, antes de apertar o pescoço da mulher até a morte, se suicidou." (Seria a volta do morto - vivo?).
“Na chegada da polícia, o cadáver se encontrava rigorosamente imóvel." (Viu como ele é disciplinado?).
“Prefeito de interior vai dormir bem, e acorda morto.“ (acorda?).
INTERNET
Um vinho branco, de graduação alcoólica muito baixa, produzido na região de Charente, sudoeste da França, era muito apreciado na Grã-Bretanha e nos países escandinavos. Devido à rapidez com que se deteriorava (por ser muito delicado) e às altas taxas que o governo francês aplicava às bebidas exportadas, alguns vinicultores resolveram destilar uma parte desse vinho. Uma parte do álcool obtido na destilação acabou envelhecendo em barris de carvalho (não há dados históricos que expliquem o porquê disso). Dessa bebida, que com o passar do tempo adquiriu uma cor caramelo, nasceu o conhaque, assim chamado porque as melhores marcas são produzidas justamente em Cognac, uma das cidades de Charente. Atualmente são feitos usualmente Conhaques de frutas, como maçã, ameixa, pêssego, cereja, amora e damasco, por exemplos.
"Correio da Paraíba"
Os maiores amigos do rei são os nobres, que recebem títulos concedidos por este a alguém que tenha feito algo considerado merecedor da honraria. Esses títulos obedecem a uma ordem hierárquica decrescente assim classificadas:
1) DUQUE - É o mais elevado título de nobreza nas principais monarquias ocidentais, ficando abaixo apenas de príncipe ou princesa (normalmente o filho/filha da família reinante. Entre os povos antigos, o duque era merecedor de honrarias como se fosse parente do rei. Na Rússia havia o título de Grão-duque, que na escala hierárquica ficava entre o duque e o Czar. Na Áustria, a mesma distinção foi instituída com o título de Arquiduque.
2) MARQUÊS – Na hierarquia da nobreza é inferior apenas ao Duque. Antigamente, o marquês tinha amplos poderes e respondia pela administração civil e pela defesa militar das terras fronteiriças.
3) CONDE – Fica logo abaixo do marquês na hierarquia. Na Roma antiga, compunha o conselho particular do monarca e o acompanhava em viagens de negócios. Os condes, muitas vezes, exerciam função conjunta e tinham poderes delegados pelo rei. O valete do baralho é o mesmo que conde.
4) VISCONDE - É o mesmo que vice-conde, ou seja, o substituto do conde. Era designado para desempenhar suas funções quando ele estivesse ausente ou impedido. Assim sendo, era um seu subordinado na administração do condado. A partir do século 10, esse título passou a ser outorgado também aos filhos dos condes.
5) BARÃO – Título imediatamente inferior ao de visconde. Era concedido a pessoas de destaque na comunidade pelo seu bem-sucedido desempenho profissional. No Império Romano, era um cargo administrativo que incumbia seu titular da fiscalização dos prefeitos que atuavam nas redondezas da capital. No Brasil, ficaram famosos os barões do café, elite rural que comandou a política de São Paulo.
"O Norte"
Lá pelos anos 1.000 de nossa era, os chineses já utilizavam pauzinhos de fogo. Mas foi o alquimista alemão Henning Brant quem descobriu, acidentalmente, em 1669, o elemento químico fósforo, numa de suas tentativas de transformar metais em ouro. Mais tarde, o físico inglês Robert Boyle aplicou numa folha de papel áspero coberto de fósforo, uma varinha com enxofre numa de suas pontas. Mas, somente em 1826, o químico inglês John Walker apresentou os palitos de fósforo. Só que eles se incendiavam sozinhos dentro da embalagem. Esse problema foi resolvido em 1855 pelo sueco Johann Edvard Lundstrom. Ele dividiu os ingredientes inflamáveis em dois: uma parte na cabeça do palito e outra do lado de fora da caixa. A primeira caixinha de fósforo foi patenteada pelo advogado americano Joshua Pusey, em 1892.
Esse herói das revistas em quadrinhos foi criado em 1934 por Lee Falk, que se inspirou em Leon Mandrake, mágico que se apresentava em shows teatrais na década de 20. E, desde então tem encantado gerações. Sujeito de bigode bem aparado, elegantemente vestido em finos ternos, usando cartola, luvas e uma capa de seda escarlate, que se valia da impossível hipnose instantânea aplicada com os olhos e gestos para derrotar os bandidos. Morava em Xanadu, propriedade fantástica no alto de uma colina. Outros personagens mais freqüentes nas revistas eram sua noiva, a princesa Narda de Covcaigne, de um reino fictício e seu inseparável companheiro Lothar, gigantesco príncipe africano, que abandonou sua tribo para acompanhar o mágico. Ele foi a primeira pessoa negra das histórias em quadrinhos.
A mais antiga escova de que se tem notícia foi encontrada numa tumba egípcia de 3.000 a.C.. Um pequeno ramo de planta que, desfiado até as fibras aparecerem, era esfregado nos dentes. Em Roma, as pessoas limpavam os dentes com cinzas de ossos e dentes de animais, ervas e areia.
A primeira escova de dentes foi usada na China, em 1498. Era uma varinha de bambu ou um pedaço de osso com pelos de porco amarrados numa das extremidades. Mais tarde, estes foram substituídos por pêlos de cavalo. E para eliminar o mau-hálito recomendavam-se bochechos de xixi.
A escova de dentes mais antiga da Europa, que data de 300 anos atrás, é feita de osso e foi descoberta durante escavações arqueológicas em um antigo hospital municipal de Mindem, na Alemanha. Os 19 buracos destinados a inserir os pêlos de porco que funcionavam como cerdas são visíveis ainda hoje, conforme “A Folha Online”, de 29/09/2005.
Depois, as escovas passaram a ser produzidas à base de ervas aromáticas como a sálvia. Só em 1938 a DuPont desenvolveu as cerdas de náilon, usadas hoje em dia.
O Norte
Cruzar palavras, descobrir significados, exercitar o raciocínio. Um dos mais antigos hábitos da sociedade, seja entre estudantes, donas de casa ou profissionais de várias áreas, está completando 94 anos. As palavras cruzadas fazem sucesso em todo o mundo e o Brasil é hoje o quarto maior mercado consumidor, atrás apenas dos Estados Unidos, França e Itália.
Tudo começou quando, em 21 de dezembro de 1913, Arthur Wynne sentou-se em sua mesa de trabalho no jornal "New York World" e desenhou para o suplemento dominical um novo jogo. O primeiro diagrama de palavras cruzadas tinha a forma de um diamante, 16 respostas horizontais e 14 verticais e já trazia preenchida, de forma profética, a palavra FUN (alegria ou divertimento, em inglês). Inicialmente chamado de word-cross puzzle, a novidade virou febre nos EUA e em 1925 chegou ao Brasil nas edições do jornal carioca "A Noite".
Hoje, há revistas de passatempos para crianças, jovens e adultos, com temas, formatos e atividades variadas. São milhões de exemplares vendidos em todo o País. Além do lazer que proporcionam, as palavras cruzadas são usadas na prevenção e tratamento de doenças neurovegetativas, como o Mal de Alzheimer, na alfabetização de adultos e em mais de 18 mil escolas de todo o País, no apoio ao ensino, principalmente através do Programa "Coquetel nas Escolas", uma iniciativa das revistas Coquetel aprovada pelo MEC.
E assim, as palavras cruzadas são quase centenárias, mas acompanharam o passar dos anos e agora existem em versão on line e até na tela do celular.
Um sem-teto no Estado de Nova York, Estados Unidos, está sendo acusado de invadir uma igreja em Valley Cottage para fazer ligações para um telessexo. James Macnair